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Prévia: Divisão Sudeste


Dando prosseguimento à série de prévias de aquecimento para o começo da temporada da NBA, o post de hoje é sobre a divisão Sudeste.



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Análises da offseason: Orlando Magic




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Mock Draft 2012

Como vocês devem saber, hoje à noite, às 20h, ocorrerá o draft da NBA.

Não tinha a ideia de fazer um mock draft, mas comecei a rascunhar ontem e acabei montando o primeiro round inteiro. Nunca teria a pretensão de adivinhar cada escolha (e sei que nem chegarei perto disso). Fiz o mock apenas para diversão própria (e, espero, para a de vocês também).

Minha versão será um pouco diferente da maioria dos mocks por aí, pois, além de dar meu palpite para cada uma das escolhas, também sugiro algumas trocas. Minhas sugestões não significam, necessariamente, trocas que eu acho que deveriam acontecer. São apenas ideias com base nos rumores dos últimos dias, tentando dar aos times aquilo que eles supostamente querem e respeitando, é claro, as regras existentes para trocas na NBA.

Espero que a leitura não seja uma perda de tempo total, apenas parcial.




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Análise dos jogos de 01, 02 e 03.05

01.05


Bulls 92 x 109 Sixers

O Bulls teve ótimo desempenho sem Rose durante a temporada. No entanto, parece que a lesão do jogador no jogo 1 teve grande impacto psicológico na equipe. O Bulls foi irreconhecível no jogo 2, principalmente no segundo tempo. A defesa da equipe -- melhor da NBA em termos de eficiência -- deixou o Sixers fazer o que bem entendesse (a equipe de Philly acertou 59% de seus arremessos de quadra, seu número mais alto da temporada). Agora, o Bulls vai para Philadelphia tentando reencontrar sua identidade e sua defesa.

Chaves para o jogo 3

Bulls:
- Defesa. Sem Rose e enfrentando uma equipe forte defensivamente, é de se esperar que o Bulls tenha algumas dificuldades no ataque. Mas não há desculpas para a defesa não estar em seu mais alto nível
- Encontrar alternativas para preencher a lacuna ofensiva deixada por Rose. Cada jogador precisará fazer um pouco mais. Watson e Lucas precisam encontrar maneiras de gerar pontos para a equipe de Chicago

Sixers:
- Defesa. É difícil imaginar que o Sixers repita a atuação ofensiva do jogo 2. A defesa do Bulls foi péssima, e o próprio Sixers acertou um alto percentual de arremessos difíceis. Portanto, para tomar o controle da série, o caminho mais viável é manter o alto desempenho defensivo
- Evan Turner. Ele é o único jogador da equipe capaz de elevar seu jogo a um nível de excelência ofensiva. Até agora em sua carreira, ele pouco fez isso, mas o jogo 2 foi um bom sinal. Turner precisará repetir a dose na terceira partida

Hawks 80 x 87 Celtics

Sem Rondo e Allen, o Celtics foi para o jogo sabendo que precisaria de uma grande atuação de Paul Pierce. O que o ala fez? 38 pontos, 12 rebotes e 4 assistências em 44 minutos em quadra. Resultado: o Celtics venceu e roubou o mando de quadra do Hawks. Para piorar as coisas para a sempre inconfiável equipe de Atlanta, Josh Smith torceu o joelho e virou dúvida para as próximas partidas. Agora, o Celtics tem a faca e o queijo na mão para dominar a série.

Chaves para o jogo 3

Hawks:
- Uma grande atuação de Joe Johnson. Até agora, o jogador vai aparecendo pouco na série, tendo atuações bem inferiores a Josh Smith. Como não se sabe em que condições Smith estará (a informação é que ficará de fora do jogo 3), JJ precisa assumir a liderança da equipe e ter uma atuação parecida com a de Pierce no jogo 2
- Contribuição ofensiva de outros jogadores, principalmente com a ausência de Josh. Jogadores como Jeff Teague, Ivan Johnson e Kirk Hinrich precisarão elevar sua produção para o Hawks ter chances na partida

Celtics:
- Defesa. O sufocante ritmo defensivo do Celtics no jogo 2 já causou enormes problemas ao Hawks. Jogando em Boston e enfrentando um time provavelmente desfalcado, é de se esperar que a defesa seja ainda mais eficaz. Se a equipe conseguir isso, terá chances de definir o jogo ainda no primeiro tempo
- A volta de Rondo. O jogador facilita muito a vida do Celtics ofensivamente. Mas a equipe precisa manter Pierce envolvido e com a bola nas mãos em determinados momentos, pois  Atlanta não parece ter resposta para o ala

Lakers 104 x 100 Nuggets

No jogo 2, o Nuggets conseguiu impor um ritmo mais veloz à partida e criou mais cestas fáceis. Como resultado, a partida foi equilibrada. No entanto, o Lakers ainda prevaleceu. Não faltaram oportunidades para a equipe de Denver passar à frente no placar. Porém, em todas elas, erros bobos e falta de disciplina tática impediram uma virada. Ah, e claro: Kobe estava inspirado e marcou 38 pontos.

Chaves para o jogo 3

Lakers:
- Limitar os contra-ataques do Nuggets. Jogando em Denver, será difícil impedir que o ritmo da partida seja acelerado. No entanto, o Lakers precisa, pelo menos em alguns momentos, forçar o Nuggets a jogar na meia-quadra
- Ainda relacionado ao item acima, a equipe deve controlar os turnovers e jogar a bola para dentro do garrafão. Todo mundo sabe: fica difícil contra-atacar após uma cesta do adversário

Nuggets:
- Correr, correr, correr. Tirar proveito do fator local (e até mesmo da altitude de Denver) para impor o seu ritmo no jogo. Se a equipe criou várias cestas fáceis no segundo jogo, pode criar ainda mais em casa
- Acertar mais do perímetro. O arremesso de fora não é um ponto forte da equipe, mas se quiser virar a série, o Nuggets precisa acertar mais do que os 24% de 3 pontos das duas primeiras partidas
- Disciplina tática. Em vários momentos do jogo 2, o Nuggets equilibrou a partida e, em seguida, cometeu vários erros por não seguir o plano de jogo e forçar arremessos fora de hora. Contra uma equipe tão alta e tão forte como a do Lakers, isso não pode acontecer

02.05


Spurs 114 x 83 Jazz

Não há muito a dizer sobre o jogo. O Spurs destruiu a equipe de Utah, dominando o duelo sob todos os aspectos. Nada do que o Jazz tentou deu certo, tudo que o Spurs fez funcionou. Simples assim.

Chaves para o jogo 3

Spurs: não deixar o Jazz respirar. A mudança de ares causada por uma volta para casa pode mudar o panorama de uma série. No momento, o Jazz está sem confiança nenhuma. Se a equipe do Spurs começar a partida no mesmo ritmo que jogou as duas primeiras, é bem possível que o Jazz entregue os pontos. Se isso acontecer, o Spurs já poderá pensar em pegar uma vassoura para o jogo 4.

Jazz:
- esquecer as duas primeiras partidas. Em casa, o Jazz é, historicamente, um time muito mais forte. Cabe a Corbin encontrar uma maneira de combinar os pontos fortes da equipe com o apoio da torcida e, com isso, possibilitar um jogo competitivo. Tarefa nada fácil
- utilizar mais Favors. Ele é o ÚNICO jogador do Jazz que tem um "plus-minus" positivo (0 no jogo 1 e +6 no jogo 2). Em outras palavras, nos minutos em que ele esteve em quadra, o Jazz pontuou, em média, mais do que o Spurs

Magic 74 x 97 Pacers

O Pacers foi a Orlando e jogou da mesma maneira que no jogo 2. Ou seja: logo no início da partida, se impôs e conseguiu neutralizar o fator local. Agora, a equipe vai tentar repetir o feito no jogo 4 para voltar para casa e definir a série no jogo 5.

Chaves para o jogo 4

Magic:
- Possivelmente, uma mudança na escalação titular. Nos últimos dois jogos, o plus-minus dos titulares do Magic vem sendo péssimo. Já alguns reservas, como Redick e Clark, vem conseguindo contribuir um pouco mais. Não me surpreenderá se Redick começar o jogo 4 como titular, ou se pelo menos ficar por mais de 30 minutos em quadra
- Aumentar a velocidade do jogo. Em 3 partidas na série, o Magic fez 81, 78 e 74 pontos, respectivamente. Isso significa duas coisas: o ataque de meia-quadra não está funcionando, e o Pacers está marcando a equipe cada vez melhor. Por isso, Orlando precisa tirar proveito de cada oportunidade de contra-ataque que tiver

Pacers: seguir o plano de jogo das duas últimas partidas, ou seja, dominar o garrafão nos dois lados da quadra. Por mais que Glen Davis esteja fazendo boas atuações, quando se colocam as contribuições na balança, ele não consegue igualar o que West e Hibbert fazem. Por outro lado, se fôssemos colocar o próprio Davis em uma balança, ele provavelmente conseguiria igualar o peso dos dois.

Grizzlies 105 x 98 Clippers

A grande preocupação para o Grizzlies era o efeito psicológico do jogo 1. A equipe até começou mal a segunda partida (enquanto que o Clippers estava cheio de confiança, acertando tudo), mas acabou encontrando o seu equilíbrio. Assim, depois que obteve o controle do jogo, conseguiu se impor e não dar brechas para uma reação adversária.

Chaves para o jogo 3

Grizzlies:
- Marc Gasol e Zach Randolph. Griffin faz grandes jogadas e Jordan é ótimo nos tocos, mas o garrafão do Grizzlies deve levar uma grande vantagem no duelo. A equipe deve atacar os rebotes, além de utilizar a incrível capacidade ofensiva de Randolph no low-post e o jogo inteligente de Gasol na cabeça do garrafão
- Não dar sossego para Chris Paul. Se o jogo estiver equilibrado no último quarto, Paul é incrivelmente perigoso. Ele controla a partida como nenhum outro armador da NBA. Portanto, cabe a Conley manter Paul desconfortável, como aconteceu nos 3 primeiros quartos do jogo 1. Se Paul estiver mal, o Clippers também estará

Clippers:
- Manter o jogo equilibrado até o fim. Se isso acontecer, a equipe pode confiar que Paul tomará as decisões certas e dará à equipe uma chance de vitória
- Obter importantes contribuições do banco. A vitória no jogo 1 ocorreu graças a surpreendentes atuações de Young e Evans. Os dois precisam aparecer bem novamente para o Clippers conseguir se impor

03.05

Knicks 70 x 87 Heat

Sem Amar'e, o Knicks melhorou bastante sua defesa. Infelizmente para os torcedores do time de NY, continuou sem encontrar soluções no ataque. O Heat segue forçando a equipe a dar a bola para Melo e vê-lo enfrentar, sem sucesso, a excelente marcação de LeBron e Battier. Como os dois fazem um bom trabalho em Anthony, o Heat não precisa chamar um segundo defensor, o que permite que a equipe mantenha sua defesa grudada nos arremessadores de perímetro do Knicks. JR Smith até tentou criar alternativas, mas também não teve sucesso.

Chaves para o jogo 4

Knicks:
- Lin? A essas alturas, o Knicks precisa de algo novo para conseguir competir com o Heat. Infelizmente, a presença do armador no jogo 4 está longe de ser uma certeza
- Torcer para Melo ter uma atuação inspirada e conseguir superar a forte marcação do Heat. Só assim os espaços serão abertos

Heat: pegar a vassoura e aproveitar a oportunidade. O Knicks não encontra respostas nem parece mais acreditar que tem chances na série. O Heat precisa pensar em varrer e descansar para a próxima série. A última coisa que o Heat quer é dar uma ponta de esperança para o time de NY.

Mavericks 79 x 95 Thunder

Após chegar muito perto de perder os jogos 1 e 2 em casa, o Thunder foi para Dallas determinado a vencer e abrir uma imponente vantagem. E conseguiu. Durant foi brilhante e não tomou conhecimento de Marion, que o havia incomodado bastante nos 2 primeiros confrontos. Agora, o Thunder tentará a varrida, enquanto que o Mavs buscará o que nenhum time da história da NBA conseguiu: vencer uma série após sair perdendo por 3-0.

Chaves para o jogo 4

Mavericks:
- Uma grande atuação de Nowitzki. O time não está obtendo grandes contribuições dos demais jogadores, o que coloca o alemão na obrigação de fazer uma grande partida para manter o time na série
- Menos Vince Carter, mais West e Wright. Se Carter não está conseguindo contribuir ofensivamente para a equipe, de nada adianta tê-lo em quadra. Vale a pena utilizar mais West e Wright, que podem, pelo menos, fazer um trabalho defensivo bem melhor

Thunder:
- Não ver o jogo 4 como "a primeira de 4 chances para vencer a série". A última coisa que OKC quer é dar esperanças para o atual campeão. Portanto, a melhor oportunidade de fechar a série é no próximo jogo. O Mavs já mostrou que pode ser competitivo jogando fora de casa. Contra o Spurs alguns anos atrás, o Mavs venceu a série após estar perdendo por 3-1, sendo que a quinta e a sétima partidas foram em San Antonio
- Manter Westbrook em Terry. O jovem armador está fazendo um incrível trabalho no veterano, basicamente "faceguarding" (o marcando de frente mesmo quando Terry não tem a bola). Assim, está conseguindo impedir que Terry receba a bola em condições de criar os arremessos que o tornam tão perigoso


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Playoffs - Análise dos jogos do dia 30.04

Heat 104 x 94 Knicks

O Knicks encontrou maneiras de envolver Carmelo Anthony no ataque. Ainda assim, o Heat foi superior o jogo inteiro e dominou a partida. O Knicks ainda não encontrou respostas para o ataque do Heat. LeBron e Wade estão conseguindo pontuar e, também, criar oportunidades para os arremessadores de perímetro, que estão tirando proveito delas. Pra completar, o Knicks provavelmente não contará com Amar'e Stoudemire pelo resto da série, pois o ala-pivô saiu do jogo frustrado, deu um soco no vidro ao lado de um extintor de incêndio e cortou sua mão. A fase realmente não é boa para o Knicks.

Chaves para o jogo 3

Heat:
- Sem Amar'e, o Knicks deverá colocar Melo na posição "4", algo que vinha dando certo antes do retorno de Stoudemire. O Heat deve responder utilizando LeBron na mesma posição, a fim de tentar impedir que Anthony entre em um ritmo ofensivo perigoso
- Do ponto de vista psicológico, o Heat deve aproveitar o bom momento e tentar vencer o jogo 3 a todo custo. A temporada do Knicks está por um fio e a equipe de NY vai tentar usar o apoio de sua torcida para recuperar o ânimo. Cabe ao Heat se impor logo no início e jogar a torcida do Knicks contra a equipe

Knicks:
- A ausência de Amar'e pode, no fim das contas, melhorar a defesa do Knicks. Sem ele em abril, a equipe de NY teve os melhores níveis de eficiência defensiva da NBA. Além disso, Melo deverá ser colocado na posição "4", o que provavelmente abrirá espaço no perímetro para arremessadores como Novak e JR Smith
- Fazer o fator local falar mais alto. O Heat teve sérias dificuldades jogando fora de casa na segunda parte da temporada. LeBron e Wade se sentiram muito confortáveis em Miami nos dois primeiros jogos. Cabe ao Knicks fazer com que eles não se sintam à vontade na Mecca do basquete

Pacers 93 x 78 Magic

Após a vitória no jogo 1, o Magic relaxou. Por outro lado, o Pacers se recuperou do choque e dominou a segunda partida. O primeiro jogo em Orlando deverá nos mostrar se a vitória do Magic no jogo 1 foi uma exceção ou se teremos uma série equilibrada até o fim.

Chaves para o jogo 3

Pacers:
- Continuar explorando a falta de presença defensiva no garrafão do Magic. West foi mais utilizado no jogo 2, algo que deve continuar pelo resto da série. Hibbert precisa encontrar maneiras de contribuir mais ofensivamente. Até agora, ele vem com apenas 6 pontos de média na série, mesmo sendo marcado por um jogador 20 cm mais baixo
- Não deixar o Magic se sentir confortável. Sufocar a equipe no jogo de meia quadra e limitar as oportunidades de contra-ataque. Uma vitória do Pacers no jogo 3 pode encaminhar uma possível classificação em 5 jogos

Magic:
- Elevar a velocidade do jogo, tentando criar o máximo possível de cestas fáceis. A equipe não possui uma presença de garrafão consistente, portanto precisa fazer o jogo de perímetro funcionar
- Forçar o Pacers a criar do perímetro e não do garrafão. Hibbert e West levam enorme vantagem sobre os jogadores de garrafão do Magic. No entanto, no perímetro o jogo se equilibra um pouco mais. Se a equipe conseguir fazer com que os armadores do Pacers tirem oportunidades ofensivas dos alas e pivôs, o Magic terá uma chance

Thunder 102 x 99 Mavericks

Mais uma vez, o jogo da noite. O Thunder chegou a abrir boa vantagem no segundo quarto, mas logo o Mavericks buscou e voltou para a partida. Durant, mais uma vez, teve baixo aproveitamento. Westbrook liderou a equipe ofensivamente, e o veterano Derek Fisher teve importante participação, principalmente no primeiro tempo. Agora, o Mavericks vai para Dallas após duas chances desperdiçadas e obrigado a vencer as duas partidas para se manter com boas chances na série. O Thunder, sem dúvida, tentará vencer uma das partidas no Texas a todo custo.

Chaves para o jogo 3

Thunder:
- Continuar procurando por maneiras de conter Nowitzki. O alemão teve chances claras de colocar a equipe de Dallas à frente no jogo de ontem, mas errou. O Thunder não pode esperar que isso volte a acontecer
- Buscar formas de melhorar a eficiência de Durant. Marion está fazendo excelente marcação, mas o ala do Thunder está tentando arremessos de alto grau de dificuldade. Algumas cestas fáceis aqui e ali podem abrir o jogo e recuperar a confiança do cestinha da NBA

Mavericks:
- Executar melhor no fim da partida. A equipe poderia ter pedido tempo no final do jogo 2 para criar uma jogada para Nowitzki definir. No entanto, isso não aconteceu e Jason Terry errou dois arremessos com graus de dificuldade absurdos
- Forçar o Big 3 do Thunder a arremessar mais do perímetro, diminuindo o número de oportunidades para ataques à cesta. Durant, Harden e Westbrook cobraram, no total, 34 lances livres no jogo 2, acertando 32 deles. Conceder lances livres para o trio de OKC é praticamente dar pontos à equipe, pois os três jogadores passam dos 80% de aproveitamento na linha (Durant: 86%, Harden: 85%, Westbrook: 82%)


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Playoffs - Análise dos jogos do dia 28.04

Não sei se conseguirei fazer um post desses em cada dia dos playoffs (provavelmente não), mas sempre que possível vou tentar.

Vamos aos jogos que ocorreram ontem:

Bulls 103 x 91 Sixers

Em termos de resultado e atuação das equipes, tudo foi como o esperado. O Bulls, com a melhor defesa e um dos melhores ataques da NBA, dominou a inferior equipe do Sixers. Mas maior que isso foi a triste lesão no joelho de Derrick Rose, que está fora do resto da temporada. O Bulls venceu, mas não saiu nada feliz.

Chaves para o jogo 2

Bulls: Unir-se e motivar-se para enfrentar os playoffs sem seu principal jogador. A equipe deve olhar para o bom desempenho sem Rose durante o ano como motivo para continuar confiante. O grande perigo será o baque psicológico.

Sixers: Tentar tirar proveito de uma possível fragilidade psicológica do Bulls para se impor na série. Não tenho dúvidas de que Doug Collins não desejava uma lesão dessas a um adversário, mas é essa a realidade e a equipe precisa procurar qualquer vantagem para se sobressair. No entanto, ainda me parece tarefa dificílima para o Sixers.

Heat 100 x 67 Knicks

O jogo foi muito frustrante para o Knicks. No segundo quarto, os árbitros perderam totalmente o controle da partida, permitindo que o Heat fosse agressivo na defesa e marcando qualquer contato do Knicks. Daí em diante, o Knicks perdeu a cabeça e não houve mais partida.

Mas a preocupação do Knicks vai além da arbitragem. Ainda no 1º quarto, a equipe só marcou 18 pontos e não conseguiu envolver Melo, que acabou forçando arremessos do perímetro. O Heat colocou LeBron entre Anthony e o passador, impedindo que ele recebesse a bola em sua posição favorita. O Knicks respondeu a isso forçando arremessos e jogando no mano a mano. Obviamente, não deu certo.

Chaves para o jogo 2:

Heat:
- Manter o esquema defensivo do jogo 1, pelo menos até o Knicks fazer ajustes que o inviabilizem. Continuar forçando turnovers para gerar cestas fáceis
 - Se o Knicks tentar colocar Melo na posição "4", mover LeBron para a mesma posição, para não precisar mudar os matchups nem dar ritmo para Anthony

Knicks:
- Encontrar maneiras de diversificar o ataque e torná-lo menos previsível. Tentar envolver Amar'e no pick and roll a fim de transferir o foco da defesa do Heat, possivelmente abrindo espaços para Melo operar
- Manter a cabeça no lugar, pois o Heat tem a reputação de uma defesa agressiva, o que acaba permitindo que a equipe de Miami cometa algumas faltas e saia impune, principalmente em casa. O Knicks precisa ganhar o jogo 2. Se conseguir, a situação se inverterá e a pressão estará do lado do Heat. No entanto, se perder, as coisas começarão a complicar

Pacers 77 x 81 Magic

Para quem pensava que o Magic seria varrido e a série não teria graça, o jogo 1 foi uma bela surpresa. Stan Van Gundy montou um bom esquema defensivo e tornou o Magic competitivo mesmo sem Dwight. Além disso, contou com um péssimo final de partida do Pacers, que desperdiçou diversas chances de definir o jogo. Richardson foi incrível nos últimos minutos, e a equipe do Magic mostrou que será, pelo menos, um adversário à altura.

Chaves para o jogo 2

Pacers: explorar o fraco garrafão do Magic. Por ser todo focado no perímetro, o ataque do time de Orlando terá altos e baixos. Basta ao Pacers, portanto, ser consistente. Para isso, precisa utilizar mais David West, que levou enorme vantagem sobre Ryan Anderson quando foi acionado.

Magic: não se dar por satisfeito com a vitória no jogo 1. Para vencer a série, a equipe precisará valorizar cada jogo. Os jogos em Orlando não serão fáceis, o que significa que a equipe deve tentar vencer o jogo 2 para chegar com uma ampla vantagem na terra do Mickey.

Thunder 99 x 98 Mavericks

O grande jogo do primeiro dia de playoffs. Durant decidiu com um arremesso de incrível grau de dificuldade, após 48 minutos disputadíssimos. O Mavericks não teme o Thunder, sabe que pode competir de igual para igual com o time de Oklahoma e mostrou isso no jogo. No fim, o Thunder conseguiu forçar alguns turnovers e equilibrou o jogo nos contra-ataques. Westbrook carregou a equipe nos 3 primeiros quartos. Harden foi extremamente eficiente, como sempre. E Durant, com baixo aproveitamento no jogo inteiro, foi decisivo no final. Destaque, também, para Ibaka, que anotou 22 pontos e deu 6 tocos. Pelo Mavs, Nowitzki foi incrível, Terry foi muito bem e o time todo se mostrou pronto para o embate. Esta pode ser a melhor série da 1ª fase.

Chaves para o jogo 2

Thunder:
- Saber distribuir as posses entre Durant, Westbrook e Harden de acordo com os seus aproveitamentos e com as situações que o jogo apresenta
- Tirar proveito das trocas de marcação que colocam jogadores mais baixos, como West e Kidd, em Durant
- Forçar turnovers, quebrando o ritmo ofensivo do Mavs e criando cestas fáceis
- Evitar situações em que Perkins precise marcar Nowitzki no perímetro

Mavericks:
 - Manter Westbrook longe da cesta. É preferível que ele acerte alguns arremessos de média distância, pois assim não dá ritmo ao resto da equipe. Se o Mavs deixá-lo atacar a cesta, oportunidades fáceis para Durant e Ibaka serão criadas
- Manter Marion marcando Durant o máximo de tempo possível. Ele não consegue parar o ala, mas o defende bem
- Utilizar a defesa por zona, mas não abusar dela. O Thunder parece estar aprendendo a lidar melhor com esse tipo de marcação
- Limitar os turnovers. É praticamente impossível parar o Thunder em transição


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Lances Livres de 5ª

Infelizmente, estou sem tempo para escrever hoje. Mas, como sempre, pelo menos deixo para vocês alguns links.

Links sugeridos:

Denis, do Bola Presa, fala do que é necessário para identificar um bom defensor. Ele explica que isso vai muito além dos números, que muitas vezes enganam: "Com tocos a coisa é parecida. Já perceberam que muitos pontos de rebote ofensivo acontecem porque o pivô do time defensor foi seco para o toco e não protegeu o rebote do adversário? É por isso que infiltrar e atacar a cesta é uma boa ideia mesmo quando o cara não acerta a bandeja, é um tipo de ataque que gera mais possibilidades de cesta que um simples arremesso de meia distância, por exemplo. Por isso que os bons pivôs sabem quando ir para o toco, quando só atrapalhar, quando só levantar os braços. Talvez isso renda menos tocos nas estatísticas finais, mas a longo prazo pode render uma defesa mais eficiente".

Wagner Silva, do Pick and Roll, classifica os melhores novatos da temporada até o momento. Sobre a humildade de Kyrie Irving: "Recentemente, o Cavs perdeu duas partidas consecutivas, por uma margem combinada de 66 pontos. E Byron Scott não poupou críticas ao trabalho defensivo de Irving. Inclusive, esse é o motivo pelo qual o camisa 2 só atua em 28.4 minutos por partida. A resposta de Irving foi: 'Gosto que ele faça isso comigo, pois eu preciso melhorar defensivamente. Isso é responsabilidade minha.'"

Pedro Henrique, do All Your Balls, fala sobre a instabilidade em Orlando, causada pela indefinição quanto ao futuro de Dwight Howard: "Os rumores da troca de D12 estão mais que evidentes, jogados na cara do torcedor em Orlando. (...) ele não arreda o pé em sua decisão e acaba, por várias vezes, falando bobagem em entrevistas e coletivas. E agora isso começa a afetar, diretamente, o rendimento de sua equipe".


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Lances Livres de 3ª

- A situação de Dwight Howard no Orlando Magic está se tornando insustentável. A equipe da cidade da Disney entrou em crise esta semana. Tudo começou na segunda-feira passada, quando o Magic fez apenas 56 pontos (e sofreu 87) fora de casa contra o Celtics, que não contava com Rajon Rondo e Ray Allen. No dia seguinte, a equipe foi a Indiana e venceu de maneira convincente o Pacers, por 102-83, e parecia que a atuação pífia da noite anterior havia sido superada. Dois dias depois, o Magic voltou a enfrentar o Celtics, dessa vez em Orlando. Os dois primeiros quartos foram sensacionais, e o time de Orlando chegou a abrir 27 pontos de vantagem. No entanto, tudo desmoronou no segundo o tempo. O Magic permitiu que o Celtics virasse a partida e acabou perdendo por 91-83. Quando parecia que as coisas não poderiam piorar, na noite seguinte, o time foi a New Orleans e foi massacrado pelo fraco Hornets, por 93-67. Após a derrota, Dwight Howard criticou a equipe, dizendo que era frustrante demais trabalhar tanto para melhorar e ver que a equipe simplesmente não se esforça. No intervalo da partida, ele teria dito aos demais jogadores: "Quem não quiser jogar, que fique no vestiário". Aparentemente, suas palavras não foram exatamente inspiradoras para o resto da equipe, pois o Magic voltou a ser destruído no domingo, em casa, contra o Pacers e perdeu de novo ontem para o Sixers. E agora?

- Ainda sobre Dwight Howard: todo mundo sabe que, às vezes, líderes precisam criticar seus companheiros. O problema é que, em nenhum momento, Dwight admitiu que ele possa ser parte do problema. Fica difícil para uma equipe ter consistência e desenvolver padrão de jogo e entrosamento quando ninguém sabe o que acontecerá no dia seguinte. Tudo que seus colegas sabem é que Dwight Howard não quer ficar em Orlando, não quer continuar jogando com o atual grupo. Difícil imaginar qualquer grupo seguindo um líder que está louco para ir embora. Como eu já opinei algumas vezes, a equipe atual do Magic até não é ruim. Muito pelo contrário, tem talento suficiente para incomodar os principais times do Leste. Mas, como eu também já escrevi aqui em diversas oportunidades, enquanto a situação de Howard não for resolvida, situações assim ocorrerão. Acho que, cada vez mais, está chegando a hora do Magic investigar o que pode conseguir pelo jogador. Não precisa aceitar qualquer oferta por ele. Basta tomar uma decisão. Se a decisão for mantê-lo e deixar seu contrato expirar, que decidam logo e avisem Howard, dizendo algo como: "entendemos que você não queira ficar, mas percebemos que o melhor para nós é não trocá-lo no momento. Você ficará aqui até o fim da temporada. Depois, se quiser ir embora, a decisão é sua. Mas você ainda tem uma chance de conquistar algo aqui, e é isso que queremos tentar este ano". Se isso não for feito, Dwight irá embora de qualquer maneira e o Magic nem conseguirá ser dos mais competitivos este ano. E isso seria uma pena.


Links sugeridos:

Dudu, do Pick and Roll, fala sobre o "primeiro passo" de Blake Griffin, que é extremamente explosivo: "Porém, outro bom fundamento de seu jogo que começa a brilhar é o seu poder de arranque, a sua aceleração. Em uma analogia à Fórmula 1, Blake vai de 0 a 100 em questão de segundos, demonstrando muita força e explosão".

Vinícius Veiga, do Spin Ballnet, classifica os 10 piores contratos da NBA. Sobre o 10º colocado, DeSagana Diop: "Anotando menos de 1 ponto por jogo, pegando apenas 2.9 rebotes por jogo, jogando 11 minutos por partida e ganhando a bagatela de quase 7 milhões de dólares por temporada, Diop tem o melhor trabalho do mundo. Para se ter uma ideia, Diop não está passando por uma má fase nas quadras, afinal, a média de pontos por jogo na carreira dele é de apenas 2.0".

Gustavo Lima, do Jumper Brasil, fala sobre a injusta situação de Steve Nash no Suns. Como torcedor da equipe de Phoenix, assino embaixo o parágrafo a seguir: "Por tudo isso, para que as duas partes saiam ganhando, o veterano armador precisa ser trocado até a trade deadline (15 de março). Espero que Robert Sarver (proprietário do Suns), Lon Babby (presidente) e Lance Blanks (gerente-geral) tenham a sensibilidade de negociá-lo. Seria o pontapé inicial do processo de reconstrução do elenco. A era Nash vai deixar saudade aos fãs da equipe e a todos que gostam do espetáculo no basquete. Mesmo sem a conquista de um título sequer, não tenho a menor dúvida de que o jogador terá a sua camisa 13 aposentada pela franquia. O nome de Steve Nash está marcado para sempre na história do time de Phoenix. Ao Suns, resta deixar o seu grande ícone da última década se despedir do basquete com dignidade".


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Estatísticas avançadas da 6ª

Esta semana, vamos ver o quanto as estatísticas avançadas que vimos duas semanas atrás mudaram.

(Clique aqui para entender o que são estatísticas avançadas)

Quais são os ataques mais eficientes da NBA até aqui?

1. Chicago Bulls (OffEff: 105,7)
2. Philadelphia 76ers (OffEff: 105,6)
3. Miami Heat (OffEff: 105,6)
4. Denver Nuggets (OffEff: 105,1)
5. Oklahoma City Thunder (OffEff: 104,9)

Quais são as defesas mais eficientes da NBA até aqui?

1. Philadelphia 76ers (DefEff: 92,8)
2. Chicago Bulls (DefEff: 93,5)
3. Dallas Mavericks (DefEff: 94,1)
4. Atlanta Hawks (DefEff: 95,4)
5. Boston Celtics (DefEff: 96,0)

Observações: Embora tenha caído um pouco, o Philadelphia 76ers continua com índices impressionantes, com o segundo ataque e a primeira defesa mais eficiente. O Bulls, por sua vez, tem o ataque mais eficiente e a segunda melhor defesa. Estatisticamente, Bulls e Sixers aparecem, claramente, como as duas equipes mais completas da temporada. A equipe de Chicago, treinada pelo especialista defensivo Tom Thibodeau, agora tem também um ataque invejável. Isso se deve muito ao elenco forte -- que mostrou toda a sua competência durante a semana em que Rose ficou fora por lesão, vencendo 4 de 5 partidas sem o armador -- e à chegada de Rip Hamilton, que dá uma nova opção ofensiva à equipe e até contribui um pouco na armação de jogadas. Outro time que merece destaque é o Mavs, que aparece como uma das melhores defesas da liga até aqui. Com a saída de Tyson Chandler, imaginava-se que o time de Dallas teria dificuldades defensivas e precisaria depender mais de seu ataque. No entanto, o que vem acontecendo é o contrário: a defesa está bem e o ataque tem sido muito inconsistente. O Celtics, mesmo em uma temporada muito complicada até aqui, começa a crescer na defesa (algo que ficou evidente na impressionante virada de ontem contra o Magic).

Que jogadores têm usado mais posses de bola na NBA até aqui?

1. Kobe Bryant (38,9%)
2. Carmelo Anthony (34,4%)
3. LeBron James (33,3%)
4. Monta Ellis (32,1%)
5. Russell Westbrook (32,1%)

Observações:
Poucas mudanças com relação aos números de duas semanas atrás. Kobe reduziu um pouco, mas não muito, o seu uso. LeBron pulou da quarta para a terceira posição, e Westbrook se manteve com maior uso do que seu companheiro Kevin Durant.

Outras estatísticas interessantes:

- Tim Duncan está acertando 58% dos arremessos de meia distância (de 5 a 7 metros da cesta). Nas últimas 5 temporadas, seu aproveitamento nunca passou de 43%. Brandon Bass também tem ótimo aproveitamento dali, acertando 57%.

- Já John Wall só acertou 22% dos arremessos de média distância até o momento. Mesmo assim, ele tenta, em média, 4,9 arremessos desse tipo por partida. Andray Blatche, também do Wizards, acertou 34% das tentativas de mid-range, e também continua forçando demais: 5,2 vezes por jogo. Isso ajuda a explicar a péssima campanha do Wizards, não é mesmo?

- Quando está em quadra, Dwight Howard pega 24% dos rebotes disponíveis. Na defesa, pega 37,2% deles. Os dois índices são maiores do que de qualquer outro jogador da liga. Reggie Evans pega 16,9% dos rebotes no ataque, sendo líder na categoria.

- Dentre os times, o Chicago Bulls pega 31,84% dos rebotes no ataque, sendo o líder na categoria. Já o Celtics pega apenas 22,8%, ficando na última posição.

- O Orlando Magic pega 78,6% dos rebotes na defesa, melhor índice da liga. O Kings, último colocado, pega apenas 68,7%.

- O Wizards é o time com o maior índice de tocos, bloqueando 7,9% dos arremessos dos adversários. O Detroit Pistons e o Minnesota Timberwolves bloqueiam apenas 4,1% dos arremessos, aparecendo empatados no último lugar.

- O time que está jogando no ritmo mais rápido na NBA é o Denver Nuggets, que utiliza 98,5 posses de bola por jogo. O New York Knicks é o segundo, com 96,6.

- Os dois times mais lentos são o Boston Celtics e o New Orleans Hornets, ambos com 90,6.

- O Suns, conhecido pelo run-and-gun, aparece apenas em 21º lugar (93,3). No ano passado, a equipe teve o oitavo maior índice (96,5).


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Lances livres de 3ª


- Semana passada, falei sobre Doug Collins, forte candidato a Técnico do Ano, se o Sixers conseguir se manter entre as principais equipes do Leste. Outro treinador que vem fazendo um excelente trabalho e pode ser considerado um candidato ao prêmio é Gregg Popovich, técnico do Spurs. Com 4 títulos, Popovich não precisa provar para ninguém sua capacidade como treinador; no entanto, vai mostrando mais uma vez o que o diferencia da maioria. Assim que o Spurs perdeu Manu Ginóbili por 2 meses devido a uma fratura na mão, todos (e me incluo nessa) diziam a mesma coisa: o time do Texas terá grandes dificuldades para se manter competitivo. No entanto, desde o ocorrido, o Spurs venceu 6 das suas 8 partidas, mantendo-se na liderança da divisão Sudoeste. A equipe vem recebendo contribuições previsíveis (Tony Parker, Tim Duncan, DeJuan Blair) e surpreendentes (Richard Jefferson, Danny Green, o novato Kawhi Leonard e o brasileiro Tiago Splitter).

- Falando em Splitter, o brasileiro está em sua melhor fase desde que chegou a San Antonio. Pela primeira vez, vem ganhando minutos consistentes e vai mostrando que os merece: o jogador já atingiu dígitos duplos 4 vezes em janeiro. Com o declínio de Tim Duncan, o brasileiro deverá ter mais e mais oportunidades para atuar. Vamos torcer para que ele continue aproveitando os minutos!

- Apesar da indefinição com relação ao futuro de Dwight Howard, Stan Van Gundy vai conseguindo dar forma ao time do Magic. A equipe de Orlando vem em boa fase, tendo vencido 5 de suas últimas 6 partidas e 4 seguidas fora de casa. Além da imponente presença de Dwight, a equipe vem contando com uma ótima temporada do ala-pivô Ryan Anderson. O jogador, parte do elenco do Magic há alguns anos, mas que só se firmou como titular nesta temporada, vem com mais e 18 pontos e 7 rebotes de média, além de quase 45% de aproveitamento dos arremessos de longa distância (em impressionantes 8 tentativas por jogo). Ele é o "stretch four" (ala pivô com bom arremesso de 3) perfeito para o sistema empregado por Van Gundy, com Howard no meio e quatro jogadores abertos ao redor da linha de 3 pontos.

- Após um início péssimo, o Dallas Mavericks parece estar começando a se entrosar. Antes de enfrentar o Lakers, a equipe estava com 5 vitórias consecutivas, e 4 delas foram por pelo menos 14 pontos de diferença. Os adversários não foram dos mais fortes; de qualquer modo, a equipe precisava de uma sequência de vitórias para ganhar confiança. Peças novas, como Vince Carter e Delonte West, vão começando a encontrar seu espaço e contribuir para a equipe. Lamar Odom, no entanto, ainda está bem abaixo do que o time de Dallas espera dele. Talvez a boa atuação de ontem contra o Lakers, seu time anterior, seja um passo na direção certa.

- Até aqui, o Boston Celtics vem sendo uma das surpresas negativas da temporada, com apenas 4 vitórias em 12 partidas. Uma análise mais profunda mostra que a campanha é ainda pior do que parece: as 4 vitórias do time celta vieram contra Wizards (duas vezes), Nets e Pistons. Nas 6 vezes que a equipe enfrentou um adversário de maior qualidade, perdeu (e também perdeu por 19 pontos para o Hornets). Será que é apenas um início ruim ou há motivos para maior preocupação? Eu não descartaria o Celtics, pois ainda possui grandes jogadores acostumados a vencer. Muitas vezes, no entanto, jogadores veteranos têm um declínio muito grande nesse estágio da carreira. Para o bem dos torcedores do Celtics, resta esperar que não seja o caso de Garnett, Pierce e Allen.

Links sugeridos:

Lucas Xavier, do Cavs Brasil, fala sobre o desempenho do time de Cleveland no início da temporada: "O Cavs fez um início de temporada razoável e acima das expectativas, já que, 8 das 11 partidas foram jogadas longe de Cleveland e, ainda assim, o Cavs está na zona de classificação para os playoffs. Kyrie Irving parece bem à vontade em quadra, o time vem fazendo um trabalho defensivo bom e tem uma campanha boa fora de casa".

Denis, do Bola Presa, faz uma detalhada análise do Sixers, surpresa positiva da temporada até aqui. Ele dá destaque para o histórico de boas defesas montadas por Doug Collins ao longo de sua carreira: "O Doug Collins sempre gostou de montar boas defesas, foi assim em todos os times que trabalhou. Primeiro no Chicago Bulls do começo da carreira de Michael Jordan no fim dos anos 80, onde chegou a ter a 2ª defesa mais eficiente da liga em 1987-88. No Detroit Pistons do meio dos anos 90 sempre manteve eles dentro dos 10 melhores na categoria. Só com o Washington Wizards do Jordan quarentão que os números foram fracos, mas com aquele time era difícil fazer milagre"

Pedro Henrique, do All Your Balls, fala sobre a liberdade ofensiva de Kobe no Lakers de Mike Brown: "Com a saída de Phil Jackson (11 títulos como técnico e 2 como jogador), o Lakers mudou muito o seu modo de jogar. Principalmente com a chegada de Mike Brown, um técnico pra lá de defensivo, como já comentei em outro texto. E pelo jeito Mike pretende instalar em LA o que ele instalou em Cleveland na época que comandava o time com LeBron. Uma forte defesa e carta branca para o seu craque".

Lucas Pastore, do Spurs Brasil, analisa a aposta do Spurs, que trocou George Hill para poder escolher Kawhi Leonard no draft: "O tamanho de Leonard também ajuda em sua versatilidade. Assim como Hill, o ala pode defender várias posições. Porém, mais alto, pode até mesmo passar alguns minutos como um falso ala-pivô. Pop tem usado essa formação tática contra equipes que usam o small-ball: foi assim contra o Rockets e contra o Portland TrailBlazers, que utilizaram, respectivamente, Chandler Parsons e Gerald Wallace na posição quatro durante boa parte de seus confrontos contra o Spurs".

Luís Araújo, do Bulls Brasil, fala sobre a próxima sensação espanhola que chegará à NBA, o ala-pivô montenegrino naturalizado Nikola Mirotic: "Nesta temporada, Mirotic ganhou ainda mais espaço no Real Madrid. De um promissor atleta que contribuía bem a partir do banco de reservas, se transformou em uma das principais razões pelo sucesso da equipe. Suas atuações inspiradas conduziram o time da capital espanhola a enfileirar seis vitórias consecutivas na fase de classificação da Euroleague. Não à toa, foi eleito o melhor jogador da competição no mês de dezembro".

Felipe Aires, do Pick and Roll, dedica uma postagem aos grandes tocos que Michael Jordan sofreu em sua carreira. Sobre um toco dado por Shawn Kemp (para ver esse e outros vídeos, acesse o link), ele diz: "Arrasadora. Essa é a palavra para descrever a rejeição de Shawn Kemp em Michael Jordan. Por sorte, MJ não se abalou com o lance, ganhando em seguida o título em cima do time de Kemp, o Seattle SuperSonics".

Você tem ou conhece algum blog dedicado a um time da NBA ou que aborde a liga em geral? Se a resposta for sim, indique-o para mim! Pode ser por comentário aqui, e-mail ou pelo Twitter.


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Ranking da semana (09 a 15/01/2012)

Toda segunda-feira, escolherei as 5 melhores equipes da semana que passou. Este não será um ranking dos 5 melhores times da NBA; terá como base somente o desempenho das equipes na última semana, considerando os resultados e a força dos adversários.

1. Chicago Bulls (Campanha na semana: 5-0)

O time de Derrick Rose disputou uma maratona de 5 jogos na semana, com um back-to-back-to-back e um back-to-back. Ainda assim, o Bulls conseguiu vencer todas as suas partidas por pelo menos 9 pontos de vantagem. No momento, é a equipe de melhor desempenho na liga, mesmo sem contar com Rip Hamilton, lesionado. Com a segunda melhor defesa (92,7 de eficiência defensiva) e o nono melhor ataque (103,1 de eficiência ofensiva), a equipe é extremamente bem treinada, equilibrada e possui um jogador fora de série para decidir as partidas difíceis. O time de Chicago é um sério candidato ao título.

2. Oklahoma City Thunder (Campanha na semana: 3-0)


O Thunder vem dominando com facilidade seus adversários, de tal forma que as médias de minutos de Durant (35:30) e Westbrook (32:23) são as mais baixas dos últimos anos. Durant também tem arremessado menos (17,9 vezes por partida) e com maior eficiência (50,6% de aproveitamento). São sinais de uma equipe que continua amadurecendo e vai conseguindo fazer o que poucos times conseguem: manter um alto nível de desempenho sem cansar demais seus jogadores durante a temporada. Scott Brooks, que não costuma ser muito elogiado, merece crédito por isso.

3. Los Angeles Clippers (Campanha na semana: 2-1)

Após um início de temporada bastante leve e pouco movimentado, o Clippers teve uma semana cheia de testes. Foram 3 desafios de alto nível, e a equipe passou no teste. Após perder uma dura partida para o Blazers em Portland, a segunda equipe de LA venceu o Heat em casa na prorrogação e fechou a semana com uma grande vitória sobre o time que sempre o dominou: o Lakers. O Clippers superou mais uma incrível atuação de Kobe Bryant - que anotou 42 pontos e continuou acertando arremessos absurdos de todos os pontos da quadra - graças a Chris Paul, que fez sua melhor partida em sua nova equipe: ele anotou 33 pontos e comandou a equipe com muita garra e incrível habilidade nos momentos mais críticos da partida. Se havia dúvidas sobre a força do Clippers, a semana que passou parece mostrar que eles vieram para ficar.

4. Philadelphia 76ers (Campanha na semana: 4-1)


Estatisticamente, o Sixers vem sendo a melhor equipe da NBA na temporada. O time de Philadelphia conta com o terceiro melhor ataque (eficiência ofensiva de 106,6) e com a melhor defesa (eficiência defensiva de 89,1) da liga. Como o Bulls, a equipe se saiu muito bem em uma semana com um back-to-back-to-back e um back-to-back. O único motivo para a equipe não estar em uma posição melhor neste ranking é a qualidade dos adversários que enfrentou: Wizards duas vezes, Kings, Pacers (sua única vitória contra um adversário forte) e Knicks (para quem perdeu). Vale destacar que, segundo o índice Sagarin (link em inglês) - que mede, entre outras coisas, a qualidade dos adversários enfrentados por uma equipe - o Sixers teve, até agora, a tabela mais fácil da liga. Portanto, embora os números da equipe impressionem, vale a pena esperar para ver como a equipe se sai diante de adversários mais fortes.

5. Orlando Magic (Campanha na semana: 2-0)

O time de Orlando teve uma semana bastante leve, com apenas 2 partidas, mas se saiu bem nos dois duelos fora de casa. A equipe conquistou sua vitória mais importante da temporada sobre o Blazers, em Portland (até então, o time do Oeste estava invicto jogando em casa). Mas foi a outra partida, contra o Warriors, que atraiu maior atenção da mídia. Graças a uma questionável tática de Mark Jackson, que mandou seus jogadores fazerem faltas intencionais para mandar Dwight Howard à linha de lances livres (o Hack-a-Dwight), o pivô do Magic bateu um recorde que durava quase 50 anos: Howard cobrou 39 lances livres na partida (acertando 21 deles), batendo o recorde da NBA, que era de Wilt Chamberlain (34). Graças a isso e a uma bela atuação, Howard acabou com incríveis 45 pontos e 23 rebotes. O Magic, após um início de temporada que não dava muitas esperanças à sua torcida, parece estar lidando bem com a novela Dwight - o time está entre os principais do Leste, com 8 vitórias e apenas 3 derrotas.

(Equipes que não entraram na lista, mas tiveram bom desempenho: Dallas Mavericks, Indiana Pacers, Denver Nuggets, San Antonio Spurs, Los Angeles Lakers)


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Análise dos jogos do final de semana (06, 07 e 08/01/12)

Sexta-feira (06/01):

A rodada de sexta foi bastante movimentada, com 12 jogos. Destaque para:

Celtics 74 x 87 Pacers: Em um duelo entre uma equipe conhecida por sua mentalidade defensiva e outra que vai demonstrando grande capacidade de marcação, o resultado fez sentido: poucos pontos. O Pacers continuou demonstrando dificuldades no ataque, com apenas 40,5% de aproveitamento nos arremessos de quadra. Por outro lado, a defesa da equipe de Indiana forçou o Celtics a um aproveitamento de apenas 39,4%. O Pacers continuou demonstrando ter várias opções ofensivas, contando com 6 jogadores com pelo menos 11 pontos na partida. Pelo Celtics, Ray Allen continuou sua excelente temporada com 23 pontos (7-11 FG, 4-5 3pts), mas o restante do time não foi bem. A vitória do Pacers mostra que a equipe, mesmo em processo de entrosamento, tem bom potencial para brigar por uma das principais colocações do Leste. Já o Celtics continua com altos e baixos neste início de temporada.

Magic 83 x 97 Bulls: Foi o confronto entre duas equipes em trajetórias opostas: o Bulls continua em ascensão, após uma excelente temporada 2010/11; o Magic está em declínio, após ser eliminado na primeira fase dos playoffs da temporada passada e ver seu melhor jogador pedindo para ser trocado. De um lado, o jogo exibiu o sentido coletivo e a fortíssima defesa do Bulls; de outro, a força e o domínio de Dwight Howard (28 pontos e 15 rebotes). Venceu a força coletiva, que também contou com belas atuações individuais: Rose esteve próximo de um triplo duplo, com 21 pontos, 8 rebotes e 10 assistências; Carlos Boozer fez 20 pontos e pegou 13 rebotes; e Kyle Korver matou 5 bolas de 3 pontos e acabou com 18 pontos. O Bulls é, talvez, o time que mais impressiona neste início de temporada: mesmo tendo jogado 6 das suas primeiras 8 partidas fora de casa, terminou a sexta-feira com 7 vitórias e apenas 1 derrota (nota: no dia seguinte, o Bulls perdeu feio para o Hawks, caindo para 7-2). Já o Magic continua sem rumo, vivendo a incerteza do que acontecerá com seu grande jogador.

Suns 102 x 77 Blazers: O time de Portland chegou a Phoenix com a melhor campanha do Oeste, enquanto que o time do deserto recebeu seu adversário após uma série de atuações de baixa qualidade. Portanto, o resultado da partida acabou sendo a grande surpresa da rodada. Desde o início, o Suns demonstrou uma intensidade e um ritmo que ainda não havia apresentado na temporada. Por outro lado, o Blazers parecia cansado e desanimado. Com um calendário cheio de jogos e poucos dias de descanso, isso ocorrerá com alguma frequência: bons times jogarão mal, e times não tão bons assim tirarão proveito disso. Para não tirar o mérito do Suns, Steve Nash fez sua melhor partida da temporada, sendo perfeito nos arremessos (7-7 FG, 2-2 3pt, 1-1 FT) e dando 9 assistências. O novato Markieff Morris também foi bem, com 13 pontos e 9 rebotes pelo time de Phoenix. Mas não se enganem: o resultado do jogo não indica a qualidade nem a ambição das duas equipes. O Blazers continua sendo muito forte, e o Suns continua tendo grandes limitações. Mas na temporada pós-locaute, jogos assim serão rotina.

Demais resultados:

Raptors 85 x 97 Nets
Bobcats 96 x 102 Hawks (OT)
Sixers 96 x 73 Pistons
Wizards 96 x 99 Knicks
Hornets 88 x 96 Nuggets
Thunder 109 x 94 Rockets
Wolves 87 x 98 Cavaliers
Jazz 94 x 85 Grizzlies
Lakers 97 x 90 Warriors

Sábado (07/01)

Foram mais 10 jogos, dos quais eu destaco:

Hawks 109 x 94 Bulls: O Hawks vinha no seu terceiro jogo em três noites, sendo que, dos dois anteriores, um havia terminado na 3ª prorrogação (derrota para o Heat sem Lebron e Wade)
e outro na 1ª prorrogação (vitória sobre o Bobcats). O que esperar da equipe de Atlanta? Pouco, quase nada. Principalmente contra o Bulls, que vinha com uma campanha de 7-1 (com 6 jogos fora de casa). Mas foi o Bulls que jogou como a equipe exausta. O Hawks dominou do início ao fim e chegou a liderar por mais de 20 pontos. Josh Smith teve incrível atuação, com 25 pontos, 5 rebotes, 5 assistências, 4 roubos e 6 tocos. A defesa do Bulls parece simplesmente não ter viajado com o time para Atlanta, pois permitiu que o Hawks acertasse 56,7% de seus arremessos. Às vezes a NBA é assim, difícil de explicar.

Rockets 95 x 98 Thunder: Após perder em Oklahoma na noite anterior, o Rockets tentava se vingar jogando em casa. Sem contar com Lowry pela segunda noite consecutiva, a equipe texana apostou mais uma vez no reserva Goran Dragic, que não desapontou: teve 20 pontos e 8 assistências. Mas no fim do jogo, a confiança do Thunder e a falta de entrosamento de Dragic com os titulares falou mais alto: o Rockets teve a chance de empatar, mas o armador esloveno, numa tentativa de passe para Scola, jogou a bola na torcida. Pelo Thunder, Durant não foi bem o jogo todo, mas acabou fazendo várias cestas importantes no último quarto. O mesmo ocorreu com Harden. Westbrook teve bom aproveitamento de quadra, acertando 10 de suas 20 tentativas. O banco do time de Oklahoma foi fundamental, fazendo 40 pontos (contra 27 do banco do Rockets).

Spurs 121 x 117 Nuggets: Quando Ginóbili sofreu uma lesão na mão, muita gente (inclusive eu) previu que o Spurs teria sérios problemas. Desde então, o Spurs conquistou 3 vitórias seguidas, graças a inesperadas contribuições de diversos jogadores. Na partida do sábado, a grande surpresa foi Danny Green: o ala-armador terminou o jogo com 24 pontos, 7 rebotes, 2 assistências, 2 roubos e 2 tocos. Além dele, o Spurs contou com outros 6 jogadores atingindo pelo menos 10 pontos, dentre eles o brasileiro Tiago Splitter, que também pegou 5 rebotes. Danilo Gallinari teve grande atuação ofensiva pelo Nuggets, com 31 pontos. O Nuggets, aliás, foi muito bem no ataque, com um aproveitamento de 56,8% de seus arremessos. Mesmo assim, o Spurs conseguiu a vitória. Vale lembrar que, desde o ano passado, a equipe do Texas vem se tornando cada vez menos voltada para a defesa e mais voltada para o ataque, o que faz sentido com o declínio de Tim Duncan. Será que conseguirão manter o excelente desempenho sem Ginóbili? Difícil dizer, mas os primeiros sinais são bastante positivos.

Demais resultados:

Pacers 99 x 77 Bobcats
Nets 90 x 101 Heat
Pistons 80 x 103 Knicks
Raptors 62 x 97 Sixers
Hornets 81 x 96 Mavericks
Clippers 92 x 86 Bucks
Warriors 87 x 88 Jazz

Domingo (08/01)

A rodada contou com seis partidas. Destaque para:

Thunder 108 x 96 Spurs: O Thunder estava em seu terceiro jogo em três noites, o Spurs "apenas" em seu segundo. Ainda assim, a equipe de Oklahoma dominou desde o início, graças a boas atuações do trio Durant/Westbrook/Harden e também do banco, que mais uma vez se destacou, com 53 pontos. O novato Reggie Jackson, substituto de Eric Maynor, que sofreu séria lesão no joelho e está fora da temporada, se saiu bem em seu primeiro teste, com 11 pontos e 4 assistências. Pelo Spurs, destaque para outro novato, Kawhi Leonard, que anotou 13 pontos e pegou 10 rebotes.

Lakers 90 x 82 Grizzlies: Após um péssimo desempenho no jogo contra o Nuggets em Denver, no qual acertou apenas 6 dos 28 arremessos tentados, Kobe vem em uma ótima sequência: após 3 jogos seguidos com pelo menos 30 pontos, Bryant teve 26 pontos e 9 assistências contra o Grizzlies. Assim, mesmo tendo cometido 27 turnovers, o Lakers conseguiu bater a equipe de Memphis, que vai sentindo muito a falta de Zach Randolph. O banco do Grizzlies, que marcou 46 pontos, manteve a equipe no jogo, mas isso não foi o suficiente para a vitória. O Lakers chegou à sua sexta vitória consecutiva em casa (a equipe ainda não venceu fora de Los Angeles).

Demais resultados:

Wizards 72 x 93 Wolves
Kings 97 x 104 Magic
Suns 109 x 93 Bucks
Blazers 98 x 78 Cavs


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