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Out of Bounds: Roy Hibbert Gangnam Style

E a moda do Gangnam Style continua. Depois da versão do Warriors, postada aqui no blog, e daquela do mascote do Magic, destacada pelo Bola Presa, chegou a vez do Pacers fazer a sua – no estilo flash mob e com participação especial de Roy Hibbert. Confiram:




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Resumo e análise da free agency - parte 2


5 de julho

Michael Beasley acerta com o Suns: 3 anos, 18 milhões

Beasley não foi bem em Miami. Começou bem em Minnesota, mas acabou perdendo espaço, e o Wolves não mostrou o menor interesse na renovação. Ainda assim, Phoenix achou necessário oferecer 6 milhões por ano pelo jogador. Me parece absurdo, exagerado, desnecessário. Até agora, Beasley mostrou que tem muito talento, mas ainda não provou ser um jogador produtivo. Espero que isso mude em Phoenix e que ele possa demonstrar por que foi a segunda escolha do draft de 2008. Devo dizer que não estou otimista.

Hasheem Thabeet acerta com o Thunder: 2 anos

Outro que foi a segunda escolha de um draft (2009), Thabeet ainda não mostrou a que veio na NBA. Já passou por três equipes diferentes e não conseguiu se firmar em nenhuma delas. Quem sabe, em uma equipe estruturada como a do Thunder, ele possa crescer sem nenhuma pressão.

Goran Dragic acerta com o Suns: 4 anos, 30-34 milhões

Um ano e meio depois de ser trocado para o Rockets, Dragic volta para a sua primeira equipe na NBA. Ele, que costumava ser o reserva de Nash, agora ocupará o espaço do armador canadense. A base do contrato é de 7,5 milhões por ano. A cada ano em que Dragic chegar ao All-Star Game, ganhará 1 milhão de bônus. Em uma conferência Oeste lotada de armadores de qualidade, é difícil imaginar o esloveno como All-Star em mais de uma temporada, se tanto. Ainda assim, ele mostrou em Houston ser um ótimo jogador e só tende a crescer ao longo dos próximos anos.




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Playoffs - Análise dos jogos do dia 30.04

Heat 104 x 94 Knicks

O Knicks encontrou maneiras de envolver Carmelo Anthony no ataque. Ainda assim, o Heat foi superior o jogo inteiro e dominou a partida. O Knicks ainda não encontrou respostas para o ataque do Heat. LeBron e Wade estão conseguindo pontuar e, também, criar oportunidades para os arremessadores de perímetro, que estão tirando proveito delas. Pra completar, o Knicks provavelmente não contará com Amar'e Stoudemire pelo resto da série, pois o ala-pivô saiu do jogo frustrado, deu um soco no vidro ao lado de um extintor de incêndio e cortou sua mão. A fase realmente não é boa para o Knicks.

Chaves para o jogo 3

Heat:
- Sem Amar'e, o Knicks deverá colocar Melo na posição "4", algo que vinha dando certo antes do retorno de Stoudemire. O Heat deve responder utilizando LeBron na mesma posição, a fim de tentar impedir que Anthony entre em um ritmo ofensivo perigoso
- Do ponto de vista psicológico, o Heat deve aproveitar o bom momento e tentar vencer o jogo 3 a todo custo. A temporada do Knicks está por um fio e a equipe de NY vai tentar usar o apoio de sua torcida para recuperar o ânimo. Cabe ao Heat se impor logo no início e jogar a torcida do Knicks contra a equipe

Knicks:
- A ausência de Amar'e pode, no fim das contas, melhorar a defesa do Knicks. Sem ele em abril, a equipe de NY teve os melhores níveis de eficiência defensiva da NBA. Além disso, Melo deverá ser colocado na posição "4", o que provavelmente abrirá espaço no perímetro para arremessadores como Novak e JR Smith
- Fazer o fator local falar mais alto. O Heat teve sérias dificuldades jogando fora de casa na segunda parte da temporada. LeBron e Wade se sentiram muito confortáveis em Miami nos dois primeiros jogos. Cabe ao Knicks fazer com que eles não se sintam à vontade na Mecca do basquete

Pacers 93 x 78 Magic

Após a vitória no jogo 1, o Magic relaxou. Por outro lado, o Pacers se recuperou do choque e dominou a segunda partida. O primeiro jogo em Orlando deverá nos mostrar se a vitória do Magic no jogo 1 foi uma exceção ou se teremos uma série equilibrada até o fim.

Chaves para o jogo 3

Pacers:
- Continuar explorando a falta de presença defensiva no garrafão do Magic. West foi mais utilizado no jogo 2, algo que deve continuar pelo resto da série. Hibbert precisa encontrar maneiras de contribuir mais ofensivamente. Até agora, ele vem com apenas 6 pontos de média na série, mesmo sendo marcado por um jogador 20 cm mais baixo
- Não deixar o Magic se sentir confortável. Sufocar a equipe no jogo de meia quadra e limitar as oportunidades de contra-ataque. Uma vitória do Pacers no jogo 3 pode encaminhar uma possível classificação em 5 jogos

Magic:
- Elevar a velocidade do jogo, tentando criar o máximo possível de cestas fáceis. A equipe não possui uma presença de garrafão consistente, portanto precisa fazer o jogo de perímetro funcionar
- Forçar o Pacers a criar do perímetro e não do garrafão. Hibbert e West levam enorme vantagem sobre os jogadores de garrafão do Magic. No entanto, no perímetro o jogo se equilibra um pouco mais. Se a equipe conseguir fazer com que os armadores do Pacers tirem oportunidades ofensivas dos alas e pivôs, o Magic terá uma chance

Thunder 102 x 99 Mavericks

Mais uma vez, o jogo da noite. O Thunder chegou a abrir boa vantagem no segundo quarto, mas logo o Mavericks buscou e voltou para a partida. Durant, mais uma vez, teve baixo aproveitamento. Westbrook liderou a equipe ofensivamente, e o veterano Derek Fisher teve importante participação, principalmente no primeiro tempo. Agora, o Mavericks vai para Dallas após duas chances desperdiçadas e obrigado a vencer as duas partidas para se manter com boas chances na série. O Thunder, sem dúvida, tentará vencer uma das partidas no Texas a todo custo.

Chaves para o jogo 3

Thunder:
- Continuar procurando por maneiras de conter Nowitzki. O alemão teve chances claras de colocar a equipe de Dallas à frente no jogo de ontem, mas errou. O Thunder não pode esperar que isso volte a acontecer
- Buscar formas de melhorar a eficiência de Durant. Marion está fazendo excelente marcação, mas o ala do Thunder está tentando arremessos de alto grau de dificuldade. Algumas cestas fáceis aqui e ali podem abrir o jogo e recuperar a confiança do cestinha da NBA

Mavericks:
- Executar melhor no fim da partida. A equipe poderia ter pedido tempo no final do jogo 2 para criar uma jogada para Nowitzki definir. No entanto, isso não aconteceu e Jason Terry errou dois arremessos com graus de dificuldade absurdos
- Forçar o Big 3 do Thunder a arremessar mais do perímetro, diminuindo o número de oportunidades para ataques à cesta. Durant, Harden e Westbrook cobraram, no total, 34 lances livres no jogo 2, acertando 32 deles. Conceder lances livres para o trio de OKC é praticamente dar pontos à equipe, pois os três jogadores passam dos 80% de aproveitamento na linha (Durant: 86%, Harden: 85%, Westbrook: 82%)


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Os reservas do All-Star Game

Os jogadores reservas do All-Star Game serão divulgados amanhã à noite. Diferentemente dos titulares, que são escolhidos pelos torcedores, os reservas são determinados pelos técnicos das 30 equipes da NBA.

Em uma temporada reduzida e atípica, fica difícil fazer escolhas sem cometer injustiças. Neste post, listo quais seriam as minhas para Leste e Oeste.

Os critérios que utilizei são:

- O atleta deve jogar por um time que, pelo menos, tenha alguma esperança de chegar aos playoffs. No Leste, a linha de corte foi o Raptors (8-18). No Oeste, foi o Kings (9-16).

- Ter disputado pelo menos 70% das partidas até aqui. É um número bem subjetivo, eu sei, mas acho que um limite precisa ser estabelecido. Poderia ser um pouco menos ou um pouco mais, mas escolhi 70%.

- Estar bem NESTA temporada (o que o jogador fez em temporadas anteriores é irrelevante).

Minhas escolhas consideram duas coisas: o desempenho do jogador e o desempenho da equipe. Para mim, as duas coisas têm igual importância. Portanto, um jogador que está tendo maior destaque individual pode ser suplantado por outro que tenha chamado um pouco menos a atenção, mas tenha ajudado sua equipe a ter uma campanha melhor. Logicamente, se a diferença no desempenho dos dois jogadores for maior que a diferença no desempenho das equipes, vale quem jogou melhor.

Vamos às escolhas:

Conferência Leste

Pivô

Roy Hibbert (13,5 pontos, 9,7 rebotes e 1,8 tocos por jogo)

Uma das agradáveis surpresas da temporada, o Pacers merece um representante no All-Star Game. Hibbert, em sua melhor temporada na carreira, vai sendo de fundamental importância para a equipe e leva vantagem em relação aos outros candidatos graças à campanha de sua equipe. A escolha pode não ser popular, mas depois de Dwight Howard, Hibbert é o melhor pivô ofensivo do Leste.

Alas

Chris Bosh (19,5 pontos e 7,8 rebotes por jogo)

A terceira peça do Heat foi, na ausência de Wade, a segunda. Em algumas partidas, chegou até a jogar melhor do que LeBron. Bosh vem muito melhor em sua segunda temporada pelo Heat, parecendo bem mais confortável em sua função. Outro fato ao seu favor são as fracas temporadas dos demais jogadores de destaque em sua posição no Leste.

Andre Iguodala (12,8 pontos, 6,6 rebotes e 5,2 assistências por jogo)

Os números dele, embora sejam muito equilibrados e completos, não impressionam. No entanto, sua versatilidade (ofensiva e principalmente defensiva) é fundamental para o sucesso do Sixers. Além do mais, com uma campanha tão boa, a equipe de Philadelphia merece um All-Star.

Armadores

Paul Pierce (18,4 pontos, 5,6 rebotes e 5,7 assistências por jogo)

Paul Pierce é, na verdade, um ala. No entanto, o Leste está incrivelmente fraco na posição "2", o que me forçou a improvisá-lo aqui. Além disso, com a lesão de Rajon Rondo, Pierce foi excelente na armação de jogadas para o Celtics, o que ajuda a justificar sua escolha na posição.

Kyrie Irving (18,1 pontos, 5,1 assistências por jogo)

O novato vem tendo uma temporada incrível, mostrando maturidade e eficiência absurdas para um jogador tão jovem. Sem a lesão de Rajon Rondo, Irving não teria sido minha escolha, mas isso não tira o mérito do jogador do Cavs, que tem um futuro brilhante pela frente.

11º jogador

Josh Smith (15,1 pontos, 8,8 rebotes, 3,2 assistências e 2,0 tocos por jogo)

Com Joe Johnson em uma temporada abaixo de seus padrões, Josh Smith vem sendo a peça mais importante do Hawks. Vem fazendo o de sempre (ajudando no ataque, pegando rebotes, dando tocos, forçando arremessos de fora do garrafão...) e é um dos responsáveis pela surpreendente campanha do time de Atlanta depois da lesão de Al Horford.

12º jogador

Luol Deng (16,4 pontos, 7,3 rebotes e 2,4 assistências por jogo)

Muita gente gostaria de ver Anderson Varejão aqui. Eu também gostaria e ficarei bem feliz se ele for eleito, mas não acho que faria sentido o Cavs, em 10º lugar no Leste, ter dois All-Stars, e o Bulls só ter um. Além disso, Deng é peça de incrível importância na equipe de Chicago. Vale observar que, sem o ala, o Bulls teve perda de rendimento maior do que sem Rose.

Quem quase entrou na lista

Anderson Varejão (10,8 pts/11,9 reb): Certamente jogou bem o bastante para ser escolhido e tem chances de aparecer em Orlando no fim do mês. No entanto, a campanha do Cavs é apenas regular (mesmo que bem acima das expectativas).

Rajon Rondo (13,6 pts / 9,8 ast): Entraria na lista se tivesse jogado 70% dos jogos. Por questão de critério, deixei ele de fora. Meu palpite é que os técnicos o escolherão.

Brandon Jennings (19,2 pts / 5,3 ast): Apesar das minhas reservas ao jogo dele, vem fazendo boa temporada. Mas, como no caso de Varejão, a campanha de sua equipe o prejudica.

Deron Williams (20,4 pts / 8,6 ast): Outro prejudicado pelo desempenho de seu time.

Tyson Chandler (11,4 pts / 9,9 reb): Desempenho do time também fala mais alto aqui.

Conferência Oeste
  
Pivô

 Marc Gasol (15,1 pontos, 10,2 rebotes e 2,2 tocos por jogo)

O Gasol menos famoso vem fazendo uma excelente temporada pelo Grizzlies, ajudando a preencher o vazio nos rebotes deixado pela lesão de Zach Randolph. Marc vem tendo impressionante média de tocos e sendo fundamental presença no garrafão para o time de Memphis, que se mantém na briga pelos playoffs no Oeste.

Alas

LaMarcus Aldridge (23,7 pontos, 8,6 rebotes e 2,8 assistências por jogo)

Para alguns o melhor ala-pivô da NBA, Aldridge vem se tornando um jogador melhor a cada ano. Nesta temporada, não vem sendo diferente. Sua média de pontuação é a mais alta da carreira, e a sua consistência impressiona. Seria simplesmente absurdo fazer uma lista de All-Stars e deixá-lo de fora.

Paul Millsap (16,5 pontos e 9,7 rebotes por jogo)

O jogador do Jazz vem sendo, talvez, o principal motivo da surpreendente campanha da equipe. Seus números não impressionam, mas ele sempre aparece para o Jazz nos momentos decisivos. Gallinari teria chance de ganhar esta posição (até porque os reservas não possuem nenhum jogador da posição "3"), mas sofreu uma lesão no tornozelo e ficará fora por um mês.

Armadores

James Harden (16,8 pontos, 4,0 rebotes e 3,5 assistências por jogo)

Apesar de reserva, Harden é, muitas vezes, tão importante para o Thunder quanto as duas estrelas da equipe, Durant e Westbrook. Com a melhor campanha da liga, a equipe de Oklahoma merece três jogadores na lista, assim como Harden merece a honra de jogar em seu primeiro All-Star Game.

Russell Westbrook (22,3 pontos, 4,8 rebotes e 5,9 assistências por jogo)

Quem me acompanha no Twitter sabe das minhas reservas com relação ao jogo de Westbrook. No entanto, seria tolice dizer que ele não merece ser um All-Star. Apesar de não ser um "1" clássico, Russell é extremamente agressivo e difícil de ser marcado. No último mês, ele melhorou o seu aproveitamento e ajudou o Thunder a alcançar uma excelente série de resultados. Por mais que não sejam vistos como a dupla perfeita, deve-se dizer que Durant e Westbrook estão dando certo... do jeito deles.

11º jogador

Kevin Love (25,0 pontos, 13,7 rebotes e 1,7 assistência por jogo)

Talvez o dono dos números mais impressionantes da NBA, Love só não aparece mais acima na lista porque o time de Aldridge faz melhor campanha. Assim como o jogador do Blazers, ele é visto por muitos como o melhor "4" da liga. Sua incomum combinação de domínio nos rebotes e excelente jogo de perímetro o torna um jogador muito difícil de ser marcado em quadra. De um modo ou de outro, Love sempre causa um impacto em todas as partidas que disputa.

12º jogador

Tony Parker (18,2 pontos e 7,7 assistências por jogo)

Com a incrível campanha sem Ginóbili, o Spurs merece um representante no All-Star Game. Parker vem sendo o principal pontuador da equipe (marcou 42 pontos contra o Thunder no último sábado) e tem a melhor média de assistências de sua carreira. Vários outros jogadores poderiam entrar aqui, mas o armador francês acaba levando a melhor graças ao desempenho de sua equipe.

Quem quase entrou na lista

Al Jefferson (18,5 pts / 8,9 reb): Faz ótima temporada, mas penso que Marc Gasol vai tendo um impacto maior do que Jefferson.

Danilo Gallinari (17 pts / 5,2 reb): Teria chance de aparecer, mas se lesionou e ficará fora por um mês.

Steve Nash (15,0 pts / 10,0 ast): Aos 38, continua brilhante. Está acertando quase 56% dos arremessos de quadra, em um time que tem pouquíssimas opções ofensivas... eficiência absurda. Se o time estivesse melhor, entraria na lista com certeza. 

Ricky Rubio (11,4 pts / 8,9 ast): Seu impacto como novato impressiona, mas ainda há armadores que merecem mais. Ficarei surpreso se ele não for All-Star ano que vem.

Kyle Lowry (14,9 pts/6,0 reb/8,0 ast): Estatísticas muito boas, mas teve certa queda de produção nas últimas semanas. 


Pau Gasol (16,4 pts/10,1 reb): A temporada abaixo de seus padrões o deixa de fora da lista.


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