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Palpites para a temporada


Chegou o dia. Hoje começa mais uma temporada da NBA. E para celebrar a volta da nossa liga favorita, seguem alguns palpites do que acontecerá na temporada 2012/13.


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Prévia: Divisão Sudoeste

Dando prosseguimento à série de prévias de aquecimento para o começo da temporada da NBA, o post de hoje é sobre a divisão Sudoeste.


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Pré-temporada: observações (parte 3)

Como já havia feito ontem e terça, continuo com mais observações sobre o desempenho de alguns times na pré-temporada.



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Análises da offseason: San Antonio Spurs




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Análise dos jogos de 01, 02 e 03.05

01.05


Bulls 92 x 109 Sixers

O Bulls teve ótimo desempenho sem Rose durante a temporada. No entanto, parece que a lesão do jogador no jogo 1 teve grande impacto psicológico na equipe. O Bulls foi irreconhecível no jogo 2, principalmente no segundo tempo. A defesa da equipe -- melhor da NBA em termos de eficiência -- deixou o Sixers fazer o que bem entendesse (a equipe de Philly acertou 59% de seus arremessos de quadra, seu número mais alto da temporada). Agora, o Bulls vai para Philadelphia tentando reencontrar sua identidade e sua defesa.

Chaves para o jogo 3

Bulls:
- Defesa. Sem Rose e enfrentando uma equipe forte defensivamente, é de se esperar que o Bulls tenha algumas dificuldades no ataque. Mas não há desculpas para a defesa não estar em seu mais alto nível
- Encontrar alternativas para preencher a lacuna ofensiva deixada por Rose. Cada jogador precisará fazer um pouco mais. Watson e Lucas precisam encontrar maneiras de gerar pontos para a equipe de Chicago

Sixers:
- Defesa. É difícil imaginar que o Sixers repita a atuação ofensiva do jogo 2. A defesa do Bulls foi péssima, e o próprio Sixers acertou um alto percentual de arremessos difíceis. Portanto, para tomar o controle da série, o caminho mais viável é manter o alto desempenho defensivo
- Evan Turner. Ele é o único jogador da equipe capaz de elevar seu jogo a um nível de excelência ofensiva. Até agora em sua carreira, ele pouco fez isso, mas o jogo 2 foi um bom sinal. Turner precisará repetir a dose na terceira partida

Hawks 80 x 87 Celtics

Sem Rondo e Allen, o Celtics foi para o jogo sabendo que precisaria de uma grande atuação de Paul Pierce. O que o ala fez? 38 pontos, 12 rebotes e 4 assistências em 44 minutos em quadra. Resultado: o Celtics venceu e roubou o mando de quadra do Hawks. Para piorar as coisas para a sempre inconfiável equipe de Atlanta, Josh Smith torceu o joelho e virou dúvida para as próximas partidas. Agora, o Celtics tem a faca e o queijo na mão para dominar a série.

Chaves para o jogo 3

Hawks:
- Uma grande atuação de Joe Johnson. Até agora, o jogador vai aparecendo pouco na série, tendo atuações bem inferiores a Josh Smith. Como não se sabe em que condições Smith estará (a informação é que ficará de fora do jogo 3), JJ precisa assumir a liderança da equipe e ter uma atuação parecida com a de Pierce no jogo 2
- Contribuição ofensiva de outros jogadores, principalmente com a ausência de Josh. Jogadores como Jeff Teague, Ivan Johnson e Kirk Hinrich precisarão elevar sua produção para o Hawks ter chances na partida

Celtics:
- Defesa. O sufocante ritmo defensivo do Celtics no jogo 2 já causou enormes problemas ao Hawks. Jogando em Boston e enfrentando um time provavelmente desfalcado, é de se esperar que a defesa seja ainda mais eficaz. Se a equipe conseguir isso, terá chances de definir o jogo ainda no primeiro tempo
- A volta de Rondo. O jogador facilita muito a vida do Celtics ofensivamente. Mas a equipe precisa manter Pierce envolvido e com a bola nas mãos em determinados momentos, pois  Atlanta não parece ter resposta para o ala

Lakers 104 x 100 Nuggets

No jogo 2, o Nuggets conseguiu impor um ritmo mais veloz à partida e criou mais cestas fáceis. Como resultado, a partida foi equilibrada. No entanto, o Lakers ainda prevaleceu. Não faltaram oportunidades para a equipe de Denver passar à frente no placar. Porém, em todas elas, erros bobos e falta de disciplina tática impediram uma virada. Ah, e claro: Kobe estava inspirado e marcou 38 pontos.

Chaves para o jogo 3

Lakers:
- Limitar os contra-ataques do Nuggets. Jogando em Denver, será difícil impedir que o ritmo da partida seja acelerado. No entanto, o Lakers precisa, pelo menos em alguns momentos, forçar o Nuggets a jogar na meia-quadra
- Ainda relacionado ao item acima, a equipe deve controlar os turnovers e jogar a bola para dentro do garrafão. Todo mundo sabe: fica difícil contra-atacar após uma cesta do adversário

Nuggets:
- Correr, correr, correr. Tirar proveito do fator local (e até mesmo da altitude de Denver) para impor o seu ritmo no jogo. Se a equipe criou várias cestas fáceis no segundo jogo, pode criar ainda mais em casa
- Acertar mais do perímetro. O arremesso de fora não é um ponto forte da equipe, mas se quiser virar a série, o Nuggets precisa acertar mais do que os 24% de 3 pontos das duas primeiras partidas
- Disciplina tática. Em vários momentos do jogo 2, o Nuggets equilibrou a partida e, em seguida, cometeu vários erros por não seguir o plano de jogo e forçar arremessos fora de hora. Contra uma equipe tão alta e tão forte como a do Lakers, isso não pode acontecer

02.05


Spurs 114 x 83 Jazz

Não há muito a dizer sobre o jogo. O Spurs destruiu a equipe de Utah, dominando o duelo sob todos os aspectos. Nada do que o Jazz tentou deu certo, tudo que o Spurs fez funcionou. Simples assim.

Chaves para o jogo 3

Spurs: não deixar o Jazz respirar. A mudança de ares causada por uma volta para casa pode mudar o panorama de uma série. No momento, o Jazz está sem confiança nenhuma. Se a equipe do Spurs começar a partida no mesmo ritmo que jogou as duas primeiras, é bem possível que o Jazz entregue os pontos. Se isso acontecer, o Spurs já poderá pensar em pegar uma vassoura para o jogo 4.

Jazz:
- esquecer as duas primeiras partidas. Em casa, o Jazz é, historicamente, um time muito mais forte. Cabe a Corbin encontrar uma maneira de combinar os pontos fortes da equipe com o apoio da torcida e, com isso, possibilitar um jogo competitivo. Tarefa nada fácil
- utilizar mais Favors. Ele é o ÚNICO jogador do Jazz que tem um "plus-minus" positivo (0 no jogo 1 e +6 no jogo 2). Em outras palavras, nos minutos em que ele esteve em quadra, o Jazz pontuou, em média, mais do que o Spurs

Magic 74 x 97 Pacers

O Pacers foi a Orlando e jogou da mesma maneira que no jogo 2. Ou seja: logo no início da partida, se impôs e conseguiu neutralizar o fator local. Agora, a equipe vai tentar repetir o feito no jogo 4 para voltar para casa e definir a série no jogo 5.

Chaves para o jogo 4

Magic:
- Possivelmente, uma mudança na escalação titular. Nos últimos dois jogos, o plus-minus dos titulares do Magic vem sendo péssimo. Já alguns reservas, como Redick e Clark, vem conseguindo contribuir um pouco mais. Não me surpreenderá se Redick começar o jogo 4 como titular, ou se pelo menos ficar por mais de 30 minutos em quadra
- Aumentar a velocidade do jogo. Em 3 partidas na série, o Magic fez 81, 78 e 74 pontos, respectivamente. Isso significa duas coisas: o ataque de meia-quadra não está funcionando, e o Pacers está marcando a equipe cada vez melhor. Por isso, Orlando precisa tirar proveito de cada oportunidade de contra-ataque que tiver

Pacers: seguir o plano de jogo das duas últimas partidas, ou seja, dominar o garrafão nos dois lados da quadra. Por mais que Glen Davis esteja fazendo boas atuações, quando se colocam as contribuições na balança, ele não consegue igualar o que West e Hibbert fazem. Por outro lado, se fôssemos colocar o próprio Davis em uma balança, ele provavelmente conseguiria igualar o peso dos dois.

Grizzlies 105 x 98 Clippers

A grande preocupação para o Grizzlies era o efeito psicológico do jogo 1. A equipe até começou mal a segunda partida (enquanto que o Clippers estava cheio de confiança, acertando tudo), mas acabou encontrando o seu equilíbrio. Assim, depois que obteve o controle do jogo, conseguiu se impor e não dar brechas para uma reação adversária.

Chaves para o jogo 3

Grizzlies:
- Marc Gasol e Zach Randolph. Griffin faz grandes jogadas e Jordan é ótimo nos tocos, mas o garrafão do Grizzlies deve levar uma grande vantagem no duelo. A equipe deve atacar os rebotes, além de utilizar a incrível capacidade ofensiva de Randolph no low-post e o jogo inteligente de Gasol na cabeça do garrafão
- Não dar sossego para Chris Paul. Se o jogo estiver equilibrado no último quarto, Paul é incrivelmente perigoso. Ele controla a partida como nenhum outro armador da NBA. Portanto, cabe a Conley manter Paul desconfortável, como aconteceu nos 3 primeiros quartos do jogo 1. Se Paul estiver mal, o Clippers também estará

Clippers:
- Manter o jogo equilibrado até o fim. Se isso acontecer, a equipe pode confiar que Paul tomará as decisões certas e dará à equipe uma chance de vitória
- Obter importantes contribuições do banco. A vitória no jogo 1 ocorreu graças a surpreendentes atuações de Young e Evans. Os dois precisam aparecer bem novamente para o Clippers conseguir se impor

03.05

Knicks 70 x 87 Heat

Sem Amar'e, o Knicks melhorou bastante sua defesa. Infelizmente para os torcedores do time de NY, continuou sem encontrar soluções no ataque. O Heat segue forçando a equipe a dar a bola para Melo e vê-lo enfrentar, sem sucesso, a excelente marcação de LeBron e Battier. Como os dois fazem um bom trabalho em Anthony, o Heat não precisa chamar um segundo defensor, o que permite que a equipe mantenha sua defesa grudada nos arremessadores de perímetro do Knicks. JR Smith até tentou criar alternativas, mas também não teve sucesso.

Chaves para o jogo 4

Knicks:
- Lin? A essas alturas, o Knicks precisa de algo novo para conseguir competir com o Heat. Infelizmente, a presença do armador no jogo 4 está longe de ser uma certeza
- Torcer para Melo ter uma atuação inspirada e conseguir superar a forte marcação do Heat. Só assim os espaços serão abertos

Heat: pegar a vassoura e aproveitar a oportunidade. O Knicks não encontra respostas nem parece mais acreditar que tem chances na série. O Heat precisa pensar em varrer e descansar para a próxima série. A última coisa que o Heat quer é dar uma ponta de esperança para o time de NY.

Mavericks 79 x 95 Thunder

Após chegar muito perto de perder os jogos 1 e 2 em casa, o Thunder foi para Dallas determinado a vencer e abrir uma imponente vantagem. E conseguiu. Durant foi brilhante e não tomou conhecimento de Marion, que o havia incomodado bastante nos 2 primeiros confrontos. Agora, o Thunder tentará a varrida, enquanto que o Mavs buscará o que nenhum time da história da NBA conseguiu: vencer uma série após sair perdendo por 3-0.

Chaves para o jogo 4

Mavericks:
- Uma grande atuação de Nowitzki. O time não está obtendo grandes contribuições dos demais jogadores, o que coloca o alemão na obrigação de fazer uma grande partida para manter o time na série
- Menos Vince Carter, mais West e Wright. Se Carter não está conseguindo contribuir ofensivamente para a equipe, de nada adianta tê-lo em quadra. Vale a pena utilizar mais West e Wright, que podem, pelo menos, fazer um trabalho defensivo bem melhor

Thunder:
- Não ver o jogo 4 como "a primeira de 4 chances para vencer a série". A última coisa que OKC quer é dar esperanças para o atual campeão. Portanto, a melhor oportunidade de fechar a série é no próximo jogo. O Mavs já mostrou que pode ser competitivo jogando fora de casa. Contra o Spurs alguns anos atrás, o Mavs venceu a série após estar perdendo por 3-1, sendo que a quinta e a sétima partidas foram em San Antonio
- Manter Westbrook em Terry. O jovem armador está fazendo um incrível trabalho no veterano, basicamente "faceguarding" (o marcando de frente mesmo quando Terry não tem a bola). Assim, está conseguindo impedir que Terry receba a bola em condições de criar os arremessos que o tornam tão perigoso


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Playoffs - Análise dos jogos do dia 29.04

Spurs 106 x 91 Jazz

O Spurs começou os playoffs no mesmo ritmo em que terminou a temporada regular. Jogando fácil, pontuando quando bem entende e tendo total controle da partida. O Jazz se esforçou, teve bons momentos ofensivos, mas não conseguiu parar a equipe de San Antonio. Utah precisa continuar procurando por respostas, mas será difícil encontrá-las.

Chaves para o jogo 2

Spurs:
- Manter a estratégia atual. A inserção de Diaw na equipe titular foi importante, pois ele faz um bom trabalho defensivo nos jogadores de garrafão do Jazz
- Continuar controlando os minutos do Big 3, principalmente de Duncan. Se o Spurs quiser ter uma longa pós-temporada, vai precisar de seu principal jogador descansado. Afinal de contas, ele já tem 36 anos e não está mais acostumado a jogar 40 minutos

Jazz:
- Tentar tirar maior proveito de suas armas no garrafão. Esse é o único trunfo da equipe de Utah no confronto, portanto é importante utilizá-lo ao máximo
- Obter uma melhor atuação de Devin Harris. Não dá para esperar que o armador supere Tony Parker no duelo individual. Mas para o Jazz ter alguma chance na série, o confronto deve, pelo menos, ser equilibrado

Lakers 103 x 88 Nuggets

O Nuggets, equipe que mais pontua dentro do garrafão na NBA, foi parado por Bynum (que conseguiu um triplo duplo, com 12 pontos, 13 rebotes e 10 tocos). O time de Denver não conseguiu lidar com a barreira defensiva da equipe de LA e esteve irreconhecível. O Lakers dominou o garrafão e fez o que quis a partida inteira.

Chaves para o jogo 2

Lakers:
- Manter o foco defensivo, impedindo que o Nuggets pontue dentro do garrafão
- Continuar limitando as oportunidades de contra-ataque do Nuggets, ponto forte da equipe. Em Los Angeles, a equipe deve tentar controlar o ritmo da partida, pois isso será difícil de ser feito em Denver.

Nuggets:
- Não se deixar levar pela derrota no jogo 1. O Lakers foi, sim, muito superior, mas o Nuggets também esteve muito abaixo do que costuma. Lawson, principalmente, é capaz de jogar bem mais do que apresentou
- Elevar a velocidade do jogo, dentro do possível. Lawson, sempre que tiver a bola em mãos, deve ser agressivo. Se a equipe conseguir algumas cestas fáceis, poderá dar confiança aos seus principais jogadores, o que os ajudará a acertar mais do perímetro e a abrir um pouco o garrafão do Lakers. Tarefa difícil, mas esse deve ser o plano

Hawks 83 x 74 Celtics

Como falei no Twitter, não tinha muito interesse nesse jogo. Pra mim, é a série menos interessante da primeira fase. Dei uma chance pra partida, mas não dá pra dizer que valeu a pena. O jogo foi chato, o Celtics pareceu fora de sintonia no primeiro tempo, o que fez com que o Hawks abrisse uma boa vantagem. No segundo tempo, o time celta melhorou e equilibrou o jogo, mas não conseguiu a virada. Rondo, após um lance polêmico marcado a favor do Hawks, perdeu a cabeça, recebeu uma falta técnica e peitou um dos árbitros. Pode ser suspenso para o jogo 2.

Chaves para o jogo 2

Hawks:
- Caso Rondo fique de fora da partida, o Hawks precisa se impor e tentar abrir uma grande diferença, da mesma maneira que fez nesse jogo. Sem o excelente armador, seria difícil imaginar uma recuperação do Celtics após mais um início difícil
- Josh Smith foi o destaque do jogo 1. Mesmo assim, pode ser ainda mais útil para a equipe se atacar mais a cesta e arremessar menos de média e longa distância. Mas esperar que ele mude essa característica, infelizmente, não é algo realista

Celtics:
- Tirar proveito dos arremessos desmarcados. A equipe errou um percentual absurdo deles no jogo 1, principalmente no primeiro tempo. É de se imaginar que um aproveitamento tão ruim não se repetirá na próxima partida. A possível volta de Ray Allen ajudaria muito nesse aspecto
- Manter o controle emocional. O Hawks sempre dá trabalho para o Celtics, e a equipe celta não pode perder jogadores por motivos disciplinares. É algo que pode determinar o resultado da série.

Grizzlies 98 x 99 Clippers

Um dos duelos mais esperados da primeira fase, o confronto superou todas as expectativas. Após ser dominado por três quartos e chegar a perder por 27, o Clippers fez 28 pontos contra apenas 3 do Grizzlies nos últimos 9 minutos de jogo. Resultado: uma incrível e desmoralizante virada. O que parecia uma derrota preocupante para o Clippers se tornou um pesadelo para o Grizzlies.

Chaves para o jogo 2

 Grizzlies:
- Recuperar-se emocionalmente do inexplicável apagão. Por três quartos, a equipe executou o plano de jogo e não teve dificuldades para controlar o adversário. Mas o time de Memphis relaxou e, quando o Clippers começou a voltar para o jogo, o Grizzlies estava tão chocado que não conseguiu reagir
- Continuar utilizando Marc Gasol no centro da defesa por zona do Clippers. Quando o time de LA tentou defender assim, o pivô espanhol abriu buracos na defesa com inteligentes passes
 
Clippers:
- Tirar proveito da vantagem emocional para tentar roubar mais uma fora de casa. Apesar da vitória, ainda há motivo para preocupações. Por três quartos, o Clippers pareceu muito inferior ao Grizzlies. Portanto, a equipe não deve pensar que cumpriu seu dever em Memphis e se dar por satisfeita com a vitória no jogo 1
- Chris Paul precisa tomar as rédeas do ataque da equipe desde o início. Até a reação do time no 4º quarto, o armador estava tendo uma atuação muito apagada


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Estatísticas avançadas da 6ª

No post de hoje, vamos analisar estatísticas que mostram o impacto individual de alguns jogadores nas 6 equipes de melhor campanha da NBA. A temporada ainda está em sua primeira parte, então devemos considerar que a amostragem é pequena. Além disso, o impacto de um jogador no ataque ou na defesa de sua equipe depende dos companheiros que estão com ele em quadra. Mesmo assim, os números abaixo mostram algumas tendências interessantes deste mês e meio de temporada.

Oklahoma City Thunder

Durant: Com ele em quadra, o ataque marca 110,4 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 104,0. Já a defesa permite 101,5 a cada 100 com ele em quadra e 102,9 com ele fora.

Westbrook: Com ele em quadra, o ataque marca 109,8 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 107,0. Já a defesa permite 100,4 a cada 100 com ele em quadra e 105,2 com ele fora.

Harden: Com ele em quadra, o ataque marca 118,7 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 94,0. Já a defesa permite 108,5 a cada 100 com ele em quadra e 91,7 com ele fora.

É interessante ver que, com Durant e Westbrook, o ataque e a defesa do Thunder melhoram. Durant tem um impacto maior no ataque, Westbrook melhora mais a defesa. E os números de Harden são difíceis de acreditar: com ele em quadra, o Thunder tem uma incrível melhora ofensiva, atingindo uma eficiência impressionante. No entanto, a defesa piora quase que na mesma proporção, passando de um índice excelente para um péssimo.

Chicago Bulls
 
Rose: Com ele em quadra, o ataque marca 112,0 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 102,4. Já a defesa permite 103,0 a cada 100 com ele em quadra e 95,3 com ele fora.

Deng: Com ele em quadra, o ataque marca 110,4 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 107,3. Já a defesa permite 101,2 a cada 100 com ele em quadra e 101,0 com ele fora.

Noah: Com ele em quadra, o ataque marca 109,8 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca os mesmos 109,8. Já a defesa permite 103,9 a cada 100 com ele em quadra e 99,4 com ele fora.

Boozer: Com ele em quadra, o ataque marca 111,6 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 108,2. Já a defesa permite 104,6 a cada 100 com ele em quadra e 98,1 com ele fora.

Asik: Com ele em quadra, o ataque marca 109,1 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 110,0. Já a defesa permite 93,9 a cada 100 com ele em quadra e 103,6 com ele fora.

No Bulls, também encontramos números bem interessantes. Alguns surpreendentes, outros esperados. O impacto negativo causado por Boozer na defesa não é nenhuma surpresa. O de Rose é que impressiona um pouco mais. Deng, visto como um grande defensor, vem sendo mais importante no ataque. Noah não tem feito diferença no ataque e vem tendo impacto negativo na defesa. Quem vê os jogos do Bulls não se surpreende com as estatísticas de Omer Asik: o ataque até pode piorar um pouco, mas a defesa melhora muito com ele. Não é à toa que, em muitas partidas, Noah passa o último quarto sentado no banco enquanto que Asik está em quadra.

Miami Heat

James: Com ele em quadra, o ataque marca 110,9 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 107,3. Já a defesa permite 101,2 a cada 100 com ele em quadra e 100,3 com ele fora.

Wade: Com ele em quadra, o ataque marca 107,8 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 111,3. Já a defesa permite 102,4 a cada 100 com ele em quadra e 100,1 com ele fora.

Bosh: Com ele em quadra, o ataque marca 110,7 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 107,9. Já a defesa permite 101,3 a cada 100 com ele em quadra e 100,1 com ele fora.

Chalmers: Com ele em quadra, o ataque marca 113,0 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 105,8. Já a defesa permite 98,5 a cada 100 com ele em quadra e 104,4 com ele fora.

E então, Mario Chalmers é o melhor jogador do Heat? Lógico que não. Mas, até aqui na temporada, ele vai tendo um impacto extremamente positivo na equipe, em ambos os lados da quadra. Parece ser o jogador que melhor complementa as estrelas. Antes de concluirmos que LeBron, Wade e Bosh são todos defensores ruins, é melhor tentarmos entender o que pode fazer com que tenham os números mostrados acima: quando algum deles está fora de quadra, o time perde poder ofensivo e precisa intensificar o foco na defesa. Os números negativos de Wade devem ter a ver com o tempo que ele passou lesionado e ao período de reintegração à equipe. Ficaria surpreso se eles se mantivessem assim ao longo do ano.

Philadelphia 76ers
 
Williams: Com ele em quadra, o ataque marca 112,2 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 104,5. Já a defesa permite 101,4 a cada 100 com ele em quadra e 89,1 com ele fora.

Iguodala: Com ele em quadra, o ataque marca 105,1 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 116,6. Já a defesa permite 92,6 a cada 100 com ele em quadra e 102,4 com ele fora.

Young: Com ele em quadra, o ataque marca 116,4 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 99,0. Já a defesa permite 96,0 a cada 100 com ele em quadra e 94,8 com ele fora.

Holiday: Com ele em quadra, o ataque marca 107,6 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 111,1. Já a defesa permite 92,8 a cada 100 com ele em quadra e 102,7 com ele fora.

Hawes: Com ele em quadra, o ataque marca 104,7 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 110,5. Já a defesa permite 91,2 a cada 100 com ele em quadra e 97,7 com ele fora.

As estatísticas acima mostram o motivo do sucesso do Sixers: o equilíbrio. Cada jogador traz algo de positivo e de negativo à equipe, e Doug Collins vem montando com maestria as peças desse quebra-cabeça. Iguodala, Holiday e Hawes têm melhorado muito a defesa, mas o ataque cai um pouco de produção com eles. Por outro lado Lou Williams e Young, dois reservas, dão uma injeção de qualidade ao ataque (embora a equipe perca na defesa), o que só mostra por que o Sixers tem um dos melhores bancos da NBA.

San Antonio Spurs

Parker: Com ele em quadra, o ataque marca 106,9 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 108,6. Já a defesa permite 103,0 a cada 100 com ele em quadra e 108,1 com ele fora.

Duncan: Com ele em quadra, o ataque marca 104,1 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 111,1. Já a defesa permite 103,9 a cada 100 com ele em quadra e 105,4 com ele fora.

Splitter: Com ele em quadra, o ataque marca 108,5 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 106,6. Já a defesa permite 103,8 a cada 100 com ele em quadra e 105,2 com ele fora.

Bonner: Com ele em quadra, o ataque marca 108,9 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 106,5. Já a defesa permite 101,6 a cada 100 com ele em quadra e 106,4 com ele fora.

Leonard: Com ele em quadra, o ataque marca 103,5 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 111,2. Já a defesa permite 106,5 a cada 100 com ele em quadra e 102,7 com ele fora.

Como era de se esperar, Duncan tem ótimo impacto defensivo. A surpresa é que, com Parker em quadra, a defesa do Spurs também tem sido melhor do que com ele fora. O brasileiro Tiago Splitter aparece com impacto positivo nos dois lados da quadra, um ótimo sinal. Estranhamente, Matt Bonner também tem números positivos no ataque e na defesa. O novato Kawhi Leonard, jogador com muito potencial como defensor, ainda não conseguiu transformar isso em real melhoria defensiva para o Spurs. Quando ele está em quadra, o ataque e a defesa do Spurs têm piorado.

Los Angeles Clippers

Paul: Com ele em quadra, o ataque marca 115,0 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 100,3. Já a defesa permite 107,0 a cada 100 com ele em quadra e 106,4 com ele fora.

Griffin: Com ele em quadra, o ataque marca 110,4 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 100,1. Já a defesa permite 105,3 a cada 100 com ele em quadra e 111,1 com ele fora.

Jordan: Com ele em quadra, o ataque marca 110,5 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 103,4. Já a defesa permite 100,0 a cada 100 com ele em quadra e 118,6 com ele fora.

Willams: Com ele em quadra, o ataque marca 108,2 pontos a cada 100 posses de bola. Com ele fora, marca 107,7. Já a defesa permite 112,3 a cada 100 com ele em quadra e 101,8 com ele fora.

Como era de se esperar, Chris Paul tem um imenso impacto no ataque do Clippers. O mesmo ocorre com Blake Griffin, algo que também não surpreende. O que impressiona é o impacto que DeAndre Jordan vem tendo. Mesmo com suas limitações ofensivas, o ataque do Clippers é melhor com ele em quadra. Embora ele seja um bom defensor, seu impacto na defesa excede todas as expectativas. Com ele em quadra, o Clippers tem uma defesa média. Sem ele, ela é horrível. Mo Williams, por sua vez, tem um pequeno impacto positivo no ataque, mas a defesa piora bastante com ele em quadra. Isso se deve, provavelmente, ao fato de ele passar vários minutos em quadra com o time reserva do Clippers, que é bastante limitado.


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Ranking da semana (30/01 a 05/02/2012)

Toda segunda-feira, escolherei as 5 melhores equipes da semana que passou. Este não será um ranking dos 5 melhores times da NBA; terá como base somente o desempenho das equipes na última semana, considerando os resultados e a força dos adversários. Veja o ranking da semana passada.

1. San Antonio Spurs (Campanha na semana: 4-0)

A equipe de Gregg Popovich continua impressionando na ausência de Manu Ginóbili. Nesta semana, o Spurs esteve em grande forma, vencendo dois adversários diretos na briga por vaga nos playoffs (Grizzlies e Rockets), batendo um oponente mais fraco (Hornets) e fechando com uma grande vitória em casa sobre o Thunder. com 42 pontos de Tony Parker. Mais uma vez, Popovich vai mostrando por que é um dos melhores técnicos da NBA -- se não for o melhor.

2. Boston Celtics (Campanha na semana: 4-0)

O time de Boston continua em franca ascensão, aparecendo nesta posição pela segunda semana consecutiva. A equipe terminou a semana invicta e jogando bem, mostrando que os problemas do início da temporada estão ficando para trás. Mas a melhor notícia da semana nem teve a ver com resultados; foi a volta do armador Rajon Rondo, que havia ficado algumas semanas de fora devido a uma lesão no pulso. Agora, com todos os seus principais jogadores em quadra, a tendência é que o Celtics continue crescendo e se aproximando das melhores campanhas do Leste. É candidato ao título? Ainda não arriscaria dizer isso, mas também não descarto a possibilidade. Garnett, Pierce e Allen podem estar mais velhos, mas claramente não esqueceram o que é necessário para vencer na NBA.

3. Philadelphia 76ers (Campanha na semana: 3-1)

As rodadas vão passando, e o Sixers continua com uma das melhores campanhas da NBA. Esta semana, a equipe enfrentou quatro dos principais times do Leste e venceu três partidas (em casa contra Magic e Bulls, fora contra o Hawks). A única derrota diante do o Heat, o time que mais deu problemas para Philly até aqui. A consciência coletiva nos dois lados da quadra continua sendo o grande trunfo do Sixers. Após um terço de temporada, talvez seja momento de admitir que a equipe de Philadelphia veio para ficar.

4. Miami Heat (Campanha na semana: 3-1)

Após bater o Sixers em Philadelphia, o Heat poderia ter ficado mais próximo do topo, não fosse a inexplicável derrota para o Bucks. Já é a segunda vez na temporada que a equipe de Miami tem uma sequência de vitórias interrompida pelo time de Wisconsin. A temporada do Heat vem sendo assim: empolgantes atuações e grandes resultados seguidos por partidas ruins e decepcionantes. Ainda falta consistência para o time mais temido da NBA. A boa notícia é que ainda há bastante tempo para o Heat melhorar nesse sentido.

5. Los Angeles Clippers (Campanha na semana: 3-1)

Com Chris Paul recuperado de lesão, o crescimento na produção do Clippers ocorre naturalmente. A equipe começou a semana com uma excelente vitória em casa sobre o Thunder e seguiu com um triunfo sobre o Jazz em Utah, tarefa sempre muito complicada. A derrota para o Nuggets em casa impediu que a equipe alcançasse uma colocação melhor no ranking, mas a fácil vitória sobre o Wizards garantiu o Clippers no top 5. Ainda não se pode afirmar que o Clippers é o melhor time de Los Angeles. No entanto, pelo menos até aqui, é inegável que vai mostrando muito mais consistência que o Lakers.

(Equipes que não entraram na lista, mas tiveram bom desempenho: Indiana Pacers, Chicago Bulls, Minnesota Timberwolves, Los Angeles Lakers, Orlando Magic)


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Lances Livres de 3ª

- Desde antes do início da temporada, não tinha grandes expectativas para o time do Pistons. Não gostei das decisões tomadas na pré-temporada (o time renovou com Prince - veterano que não teria motivos para ficar em um time em reconstrução - e com Stuckey, mantendo uma base medíocre), pois acreditava que elas perpetuavam um time fraco. No entanto, imaginava uma equipe mais competitiva com o técnico Lawrence Frank. Apesar das boas atuações de Greg Monroe, o time de Detroit vem sendo um dos piores da liga, ao lado de Wizards, Bobcats, Nets e Hornets. Dói ver o time jogar. É uma pena.

- Não durou a ideia de Mike Brown de utilizar mais Andrew Bynum no ataque. Após tentar 15,3 arremessos por jogo em suas 4 primeiras partidas, o pivô só tentou 11 arremessos em média nos últimos 10 jogos. E o ataque do Lakers vem sofrendo com isso, só tendo atingido a marca de 100 pontos uma vez na temporada. A defesa do time de Brown é boa, como era de se esperar, mas o ataque precisa melhorar muito se a equipe de LA quiser competir com os melhores do Oeste.

-Bruce Bowen terá seu número aposentado pelo Spurs. Embora nunca tenha tido grandes números, Bowen merece. Por muitos anos, foi o melhor defensor de perímetro da NBA e foi fundamental para a conquista de três títulos do Spurs, em 2003, 2005 e 2007. Desde sua aposentadoria, a defesa do Spurs nunca mais foi a mesma, e a equipe do Texas continua procurando um substituto para o ala. Ele era um jogador sujo? Sim. Eu gostava dele? Nem um pouco. Mas não estamos falando do Hall da Fama, para o qual as estatísticas são relevantes. Um time aposenta o número de um jogador quando ele foi peça fundamental em sua história. Alguém questiona a importância de Bowen para o Spurs?

Links sugeridos:

Denis, do Bola Presa, fala sobre as dificuldades de Lakers e Knicks na temporada. Sobre o Lakers: "O Kobe Bryant tentou fazer o que pode para ajudar. Em alguns jogos tentou ser herói e usou a estratégia Allen Iverson: Vocês defendem tudo e eu ataco sozinho arremessando bolas que se qualquer outro jogador tentar fica no banco pra sempre. Venceu alguns jogos contra times mais fracos, mas contra os fortes não chegou nem perto. Nos últimos dois jogos (contra Heat e Magic) tentou ficar mais sem a bola, se movimentou sem ela e forçou menos o jogo individualmente. Foi mais eficiente, aumentou seu aproveitamento e chutou menos bolas. O Lakers continuou mal da mesma forma, não mudou nada. O buraco é mais embaixo".

Dudu, do Pick and Roll, relembra os "Bad Boys" do Detroit Pistons do fim da década de 80 e início da de 90: "Agora que você já conheceu um pouco da história dos Bad Boys, vamos explicar o porque desse apelido. Os caras eram loucos demais, brigavam com todo mundo, não tinha tempo feio para eles. Jogavam para valer, sem sequer tentar passar a imagem de bonzinhos. Bill Laimbeer e Dennis Rodman eram os “terroristas” da NBA. Seus adversários provavelmente os enfrentavam pensando em qual seria a confusão da vez".

Lucas Pastore, do Spurs Brasil, comenta sobre os altos e baixos no desempenho das equipes, algo comum nesta temporada pós-locaute: "Por isso, temos de nos resignar. O Spurs ainda fará muitos jogos ruins na temporada, com foco na defesa e ataque estagnado. Nos resta esperar mais desfechos positivos, como foi contra o Orlando Magic, e menos negativos, como contra o Kings".

Vinicius Veiga, do Jumper Brasil, destaca os jogadores que mais evoluíram na temporada até aqui. Sobre Kyle Lowry: "Desde que assumiu a vaga de titular no Rockets, Kyle Lowry vem sendo um bom jogador para essa franquia. Jogando muito bem no sistema do novo treinador Kevin McHale, Lowry vem melhorando todos as suas estatísticas da última temporada para essa e seus números de assistências e rebotes por jogo têm sido espetaculares. Com 25 anos e com um futuro bom pela frente, os torcedores dos Rockets não têm a necessidade de se preocupar com a posição de armador por um bom tempo".

Renan Henrique, do Basket +, fala sobre a falta de uma clara liderança no time do Blazers. Um motivo pode ser o grande número de alterações no elenco da equipe: "No quinteto inicial, apenas LaMarcus Aldridge e Marcus Camby disputaram a temporada passada pelo Blazers. Até mesmo os jogadores de rotação passaram por grande reformulação".


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Lances livres de 3ª


- Semana passada, falei sobre Doug Collins, forte candidato a Técnico do Ano, se o Sixers conseguir se manter entre as principais equipes do Leste. Outro treinador que vem fazendo um excelente trabalho e pode ser considerado um candidato ao prêmio é Gregg Popovich, técnico do Spurs. Com 4 títulos, Popovich não precisa provar para ninguém sua capacidade como treinador; no entanto, vai mostrando mais uma vez o que o diferencia da maioria. Assim que o Spurs perdeu Manu Ginóbili por 2 meses devido a uma fratura na mão, todos (e me incluo nessa) diziam a mesma coisa: o time do Texas terá grandes dificuldades para se manter competitivo. No entanto, desde o ocorrido, o Spurs venceu 6 das suas 8 partidas, mantendo-se na liderança da divisão Sudoeste. A equipe vem recebendo contribuições previsíveis (Tony Parker, Tim Duncan, DeJuan Blair) e surpreendentes (Richard Jefferson, Danny Green, o novato Kawhi Leonard e o brasileiro Tiago Splitter).

- Falando em Splitter, o brasileiro está em sua melhor fase desde que chegou a San Antonio. Pela primeira vez, vem ganhando minutos consistentes e vai mostrando que os merece: o jogador já atingiu dígitos duplos 4 vezes em janeiro. Com o declínio de Tim Duncan, o brasileiro deverá ter mais e mais oportunidades para atuar. Vamos torcer para que ele continue aproveitando os minutos!

- Apesar da indefinição com relação ao futuro de Dwight Howard, Stan Van Gundy vai conseguindo dar forma ao time do Magic. A equipe de Orlando vem em boa fase, tendo vencido 5 de suas últimas 6 partidas e 4 seguidas fora de casa. Além da imponente presença de Dwight, a equipe vem contando com uma ótima temporada do ala-pivô Ryan Anderson. O jogador, parte do elenco do Magic há alguns anos, mas que só se firmou como titular nesta temporada, vem com mais e 18 pontos e 7 rebotes de média, além de quase 45% de aproveitamento dos arremessos de longa distância (em impressionantes 8 tentativas por jogo). Ele é o "stretch four" (ala pivô com bom arremesso de 3) perfeito para o sistema empregado por Van Gundy, com Howard no meio e quatro jogadores abertos ao redor da linha de 3 pontos.

- Após um início péssimo, o Dallas Mavericks parece estar começando a se entrosar. Antes de enfrentar o Lakers, a equipe estava com 5 vitórias consecutivas, e 4 delas foram por pelo menos 14 pontos de diferença. Os adversários não foram dos mais fortes; de qualquer modo, a equipe precisava de uma sequência de vitórias para ganhar confiança. Peças novas, como Vince Carter e Delonte West, vão começando a encontrar seu espaço e contribuir para a equipe. Lamar Odom, no entanto, ainda está bem abaixo do que o time de Dallas espera dele. Talvez a boa atuação de ontem contra o Lakers, seu time anterior, seja um passo na direção certa.

- Até aqui, o Boston Celtics vem sendo uma das surpresas negativas da temporada, com apenas 4 vitórias em 12 partidas. Uma análise mais profunda mostra que a campanha é ainda pior do que parece: as 4 vitórias do time celta vieram contra Wizards (duas vezes), Nets e Pistons. Nas 6 vezes que a equipe enfrentou um adversário de maior qualidade, perdeu (e também perdeu por 19 pontos para o Hornets). Será que é apenas um início ruim ou há motivos para maior preocupação? Eu não descartaria o Celtics, pois ainda possui grandes jogadores acostumados a vencer. Muitas vezes, no entanto, jogadores veteranos têm um declínio muito grande nesse estágio da carreira. Para o bem dos torcedores do Celtics, resta esperar que não seja o caso de Garnett, Pierce e Allen.

Links sugeridos:

Lucas Xavier, do Cavs Brasil, fala sobre o desempenho do time de Cleveland no início da temporada: "O Cavs fez um início de temporada razoável e acima das expectativas, já que, 8 das 11 partidas foram jogadas longe de Cleveland e, ainda assim, o Cavs está na zona de classificação para os playoffs. Kyrie Irving parece bem à vontade em quadra, o time vem fazendo um trabalho defensivo bom e tem uma campanha boa fora de casa".

Denis, do Bola Presa, faz uma detalhada análise do Sixers, surpresa positiva da temporada até aqui. Ele dá destaque para o histórico de boas defesas montadas por Doug Collins ao longo de sua carreira: "O Doug Collins sempre gostou de montar boas defesas, foi assim em todos os times que trabalhou. Primeiro no Chicago Bulls do começo da carreira de Michael Jordan no fim dos anos 80, onde chegou a ter a 2ª defesa mais eficiente da liga em 1987-88. No Detroit Pistons do meio dos anos 90 sempre manteve eles dentro dos 10 melhores na categoria. Só com o Washington Wizards do Jordan quarentão que os números foram fracos, mas com aquele time era difícil fazer milagre"

Pedro Henrique, do All Your Balls, fala sobre a liberdade ofensiva de Kobe no Lakers de Mike Brown: "Com a saída de Phil Jackson (11 títulos como técnico e 2 como jogador), o Lakers mudou muito o seu modo de jogar. Principalmente com a chegada de Mike Brown, um técnico pra lá de defensivo, como já comentei em outro texto. E pelo jeito Mike pretende instalar em LA o que ele instalou em Cleveland na época que comandava o time com LeBron. Uma forte defesa e carta branca para o seu craque".

Lucas Pastore, do Spurs Brasil, analisa a aposta do Spurs, que trocou George Hill para poder escolher Kawhi Leonard no draft: "O tamanho de Leonard também ajuda em sua versatilidade. Assim como Hill, o ala pode defender várias posições. Porém, mais alto, pode até mesmo passar alguns minutos como um falso ala-pivô. Pop tem usado essa formação tática contra equipes que usam o small-ball: foi assim contra o Rockets e contra o Portland TrailBlazers, que utilizaram, respectivamente, Chandler Parsons e Gerald Wallace na posição quatro durante boa parte de seus confrontos contra o Spurs".

Luís Araújo, do Bulls Brasil, fala sobre a próxima sensação espanhola que chegará à NBA, o ala-pivô montenegrino naturalizado Nikola Mirotic: "Nesta temporada, Mirotic ganhou ainda mais espaço no Real Madrid. De um promissor atleta que contribuía bem a partir do banco de reservas, se transformou em uma das principais razões pelo sucesso da equipe. Suas atuações inspiradas conduziram o time da capital espanhola a enfileirar seis vitórias consecutivas na fase de classificação da Euroleague. Não à toa, foi eleito o melhor jogador da competição no mês de dezembro".

Felipe Aires, do Pick and Roll, dedica uma postagem aos grandes tocos que Michael Jordan sofreu em sua carreira. Sobre um toco dado por Shawn Kemp (para ver esse e outros vídeos, acesse o link), ele diz: "Arrasadora. Essa é a palavra para descrever a rejeição de Shawn Kemp em Michael Jordan. Por sorte, MJ não se abalou com o lance, ganhando em seguida o título em cima do time de Kemp, o Seattle SuperSonics".

Você tem ou conhece algum blog dedicado a um time da NBA ou que aborde a liga em geral? Se a resposta for sim, indique-o para mim! Pode ser por comentário aqui, e-mail ou pelo Twitter.


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Estatísticas avançadas da 6ª

Não sabe o que são estatísticas avançadas? Entenda aqui!

Quais são os ataques mais eficientes da NBA até aqui?

1. Oklahoma City Thunder (OffEff: 106,7)
2. San Antonio Spurs (OffEff: 105,6)
3. Denver Nuggets (OffEff: 105,1)
4. Orlando Magic (OffEff: 104,8)
5. Philadelphia 76ers (OffEff: 104,7)

Quais são as defesas mais eficientes da NBA até aqui?

1. Philadelphia 76ers (DefEff: 89,1)
2. Chicago Bulls (DefEff: 92,5)
3. Indiana Pacers (DefEff: 94,4)
4. Miami Heat (DefEff: 94,5)
5. Los Angeles Lakers (DefEff: 95,3)

Observações: Até aqui, o time mais eficiente da NBA é o Sixers, 5º no ataque e 1º na defesa. O Spurs, conhecido pela sua defesa na era Duncan, continua se voltando para a velocidade e o ataque. O Heat, após um começo de temporada fulminante ofensivamente, vai voltando aos seus princípios defensivos de 2010/11. O impacto de Mike Brown, técnico conhecido por armar boas defesas, começa a ser sentido no Lakers.

Que jogadores tem usado mais posses de bola na NBA até aqui?

1. Kobe Bryant (39,5%)
2. Carmelo Anthony (34,8%)
3. Monta Ellis (32,7%)
4. LeBron James (32,2%)
5. Russell Westbrook (32,17%)

Observações: Nenhuma surpresa com relação ao líder, que já foi o campeão da categoria na temporada passada. Mas vale destacar que seu percentual de uso está bem mais alto do que em 2010/11 (35,0%) e acima até da temporada na qual ele teve média de mais de 35 pontos por jogo. Os outros nomes da lista também não são surpresa. Westbrook, assim como no anterior, tem um percentual mais alto que Durant, mas a diferença agora é mínima (32,17% contra 32,12%). Derrick Rose tem dominado a bola bem menos do que no ano passado, quando ficou em terceiro lugar (26,8% contra 32,16%).

Outras estatísticas interessantes:

- Marcin Gortat está aproveitando 71% dos arremessos de meia distância (de 5 a 7 metros da cesta)

- Quando estão em quadra, tanto Andrew Bynum quanto Dwight Howard pegam 22,8% dos rebotes disponíveis. DeMarcus Cousins pega 18,3% dos rebotes no ataque, líder na categoria. Na defesa, o líder é Dwight, com 34,4%.

- O Chicago Bulls pega 33,4% dos rebotes no ataque, sendo o líder na categoria. Já o Nuggets pega apenas 21,8%, ficando na última posição.

- O Dallas Mavericks pega 77,5% dos rebotes na defesa, melhor índice da liga. O Wizards, último colocado, pega apenas 68,2%.

- Por outro lado, o Wizards é o time com o maior índice de tocos, bloqueando 8,8% dos arremessos adversários. O Detroit Pistons bloqueia apenas 3,4% dos arremessos, aparecendo no último lugar.

- O time que está jogando no ritmo mais rápido na NBA é o Denver Nuggets, que utiliza 98,6 posses de bola por jogo. O Miami Heat é o segundo, com 98,3.

- Os dois times mais lentos são o Boston Celtics e o New Orleans Hornets, ambos com 90,3.

- O Suns, conhecido pelo run-and-gun, aparece apenas em 24º lugar (92,3). No ano passado, a equipe teve o oitavo maior índice (96,5).

- Já o Blazers, que teve o índice mais baixo nas três temporadas anteriores e o segundo mais baixo em 2006/07 e 2007/08 (sempre na faixa dos 90), está enfatizando a velocidade, com o quarto maior índice (96,8). A explicação? McMillan possuía Brandon Roy para criar jogadas para a equipe, o que tornava o time bastante metódico e paciente. Agora, sem um jogador com essa capacidade de criação, a equipe precisa criar mais oportunidades no contra-ataque, as chamadas "cestas fáceis".

* Dados de 12/01/2012

E aí, o que acharam das estatísticas? Se gostaram, acharam alguma em particular interessante, surpreendente, absurda... comentem!


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Análise dos jogos do final de semana (06, 07 e 08/01/12)

Sexta-feira (06/01):

A rodada de sexta foi bastante movimentada, com 12 jogos. Destaque para:

Celtics 74 x 87 Pacers: Em um duelo entre uma equipe conhecida por sua mentalidade defensiva e outra que vai demonstrando grande capacidade de marcação, o resultado fez sentido: poucos pontos. O Pacers continuou demonstrando dificuldades no ataque, com apenas 40,5% de aproveitamento nos arremessos de quadra. Por outro lado, a defesa da equipe de Indiana forçou o Celtics a um aproveitamento de apenas 39,4%. O Pacers continuou demonstrando ter várias opções ofensivas, contando com 6 jogadores com pelo menos 11 pontos na partida. Pelo Celtics, Ray Allen continuou sua excelente temporada com 23 pontos (7-11 FG, 4-5 3pts), mas o restante do time não foi bem. A vitória do Pacers mostra que a equipe, mesmo em processo de entrosamento, tem bom potencial para brigar por uma das principais colocações do Leste. Já o Celtics continua com altos e baixos neste início de temporada.

Magic 83 x 97 Bulls: Foi o confronto entre duas equipes em trajetórias opostas: o Bulls continua em ascensão, após uma excelente temporada 2010/11; o Magic está em declínio, após ser eliminado na primeira fase dos playoffs da temporada passada e ver seu melhor jogador pedindo para ser trocado. De um lado, o jogo exibiu o sentido coletivo e a fortíssima defesa do Bulls; de outro, a força e o domínio de Dwight Howard (28 pontos e 15 rebotes). Venceu a força coletiva, que também contou com belas atuações individuais: Rose esteve próximo de um triplo duplo, com 21 pontos, 8 rebotes e 10 assistências; Carlos Boozer fez 20 pontos e pegou 13 rebotes; e Kyle Korver matou 5 bolas de 3 pontos e acabou com 18 pontos. O Bulls é, talvez, o time que mais impressiona neste início de temporada: mesmo tendo jogado 6 das suas primeiras 8 partidas fora de casa, terminou a sexta-feira com 7 vitórias e apenas 1 derrota (nota: no dia seguinte, o Bulls perdeu feio para o Hawks, caindo para 7-2). Já o Magic continua sem rumo, vivendo a incerteza do que acontecerá com seu grande jogador.

Suns 102 x 77 Blazers: O time de Portland chegou a Phoenix com a melhor campanha do Oeste, enquanto que o time do deserto recebeu seu adversário após uma série de atuações de baixa qualidade. Portanto, o resultado da partida acabou sendo a grande surpresa da rodada. Desde o início, o Suns demonstrou uma intensidade e um ritmo que ainda não havia apresentado na temporada. Por outro lado, o Blazers parecia cansado e desanimado. Com um calendário cheio de jogos e poucos dias de descanso, isso ocorrerá com alguma frequência: bons times jogarão mal, e times não tão bons assim tirarão proveito disso. Para não tirar o mérito do Suns, Steve Nash fez sua melhor partida da temporada, sendo perfeito nos arremessos (7-7 FG, 2-2 3pt, 1-1 FT) e dando 9 assistências. O novato Markieff Morris também foi bem, com 13 pontos e 9 rebotes pelo time de Phoenix. Mas não se enganem: o resultado do jogo não indica a qualidade nem a ambição das duas equipes. O Blazers continua sendo muito forte, e o Suns continua tendo grandes limitações. Mas na temporada pós-locaute, jogos assim serão rotina.

Demais resultados:

Raptors 85 x 97 Nets
Bobcats 96 x 102 Hawks (OT)
Sixers 96 x 73 Pistons
Wizards 96 x 99 Knicks
Hornets 88 x 96 Nuggets
Thunder 109 x 94 Rockets
Wolves 87 x 98 Cavaliers
Jazz 94 x 85 Grizzlies
Lakers 97 x 90 Warriors

Sábado (07/01)

Foram mais 10 jogos, dos quais eu destaco:

Hawks 109 x 94 Bulls: O Hawks vinha no seu terceiro jogo em três noites, sendo que, dos dois anteriores, um havia terminado na 3ª prorrogação (derrota para o Heat sem Lebron e Wade)
e outro na 1ª prorrogação (vitória sobre o Bobcats). O que esperar da equipe de Atlanta? Pouco, quase nada. Principalmente contra o Bulls, que vinha com uma campanha de 7-1 (com 6 jogos fora de casa). Mas foi o Bulls que jogou como a equipe exausta. O Hawks dominou do início ao fim e chegou a liderar por mais de 20 pontos. Josh Smith teve incrível atuação, com 25 pontos, 5 rebotes, 5 assistências, 4 roubos e 6 tocos. A defesa do Bulls parece simplesmente não ter viajado com o time para Atlanta, pois permitiu que o Hawks acertasse 56,7% de seus arremessos. Às vezes a NBA é assim, difícil de explicar.

Rockets 95 x 98 Thunder: Após perder em Oklahoma na noite anterior, o Rockets tentava se vingar jogando em casa. Sem contar com Lowry pela segunda noite consecutiva, a equipe texana apostou mais uma vez no reserva Goran Dragic, que não desapontou: teve 20 pontos e 8 assistências. Mas no fim do jogo, a confiança do Thunder e a falta de entrosamento de Dragic com os titulares falou mais alto: o Rockets teve a chance de empatar, mas o armador esloveno, numa tentativa de passe para Scola, jogou a bola na torcida. Pelo Thunder, Durant não foi bem o jogo todo, mas acabou fazendo várias cestas importantes no último quarto. O mesmo ocorreu com Harden. Westbrook teve bom aproveitamento de quadra, acertando 10 de suas 20 tentativas. O banco do time de Oklahoma foi fundamental, fazendo 40 pontos (contra 27 do banco do Rockets).

Spurs 121 x 117 Nuggets: Quando Ginóbili sofreu uma lesão na mão, muita gente (inclusive eu) previu que o Spurs teria sérios problemas. Desde então, o Spurs conquistou 3 vitórias seguidas, graças a inesperadas contribuições de diversos jogadores. Na partida do sábado, a grande surpresa foi Danny Green: o ala-armador terminou o jogo com 24 pontos, 7 rebotes, 2 assistências, 2 roubos e 2 tocos. Além dele, o Spurs contou com outros 6 jogadores atingindo pelo menos 10 pontos, dentre eles o brasileiro Tiago Splitter, que também pegou 5 rebotes. Danilo Gallinari teve grande atuação ofensiva pelo Nuggets, com 31 pontos. O Nuggets, aliás, foi muito bem no ataque, com um aproveitamento de 56,8% de seus arremessos. Mesmo assim, o Spurs conseguiu a vitória. Vale lembrar que, desde o ano passado, a equipe do Texas vem se tornando cada vez menos voltada para a defesa e mais voltada para o ataque, o que faz sentido com o declínio de Tim Duncan. Será que conseguirão manter o excelente desempenho sem Ginóbili? Difícil dizer, mas os primeiros sinais são bastante positivos.

Demais resultados:

Pacers 99 x 77 Bobcats
Nets 90 x 101 Heat
Pistons 80 x 103 Knicks
Raptors 62 x 97 Sixers
Hornets 81 x 96 Mavericks
Clippers 92 x 86 Bucks
Warriors 87 x 88 Jazz

Domingo (08/01)

A rodada contou com seis partidas. Destaque para:

Thunder 108 x 96 Spurs: O Thunder estava em seu terceiro jogo em três noites, o Spurs "apenas" em seu segundo. Ainda assim, a equipe de Oklahoma dominou desde o início, graças a boas atuações do trio Durant/Westbrook/Harden e também do banco, que mais uma vez se destacou, com 53 pontos. O novato Reggie Jackson, substituto de Eric Maynor, que sofreu séria lesão no joelho e está fora da temporada, se saiu bem em seu primeiro teste, com 11 pontos e 4 assistências. Pelo Spurs, destaque para outro novato, Kawhi Leonard, que anotou 13 pontos e pegou 10 rebotes.

Lakers 90 x 82 Grizzlies: Após um péssimo desempenho no jogo contra o Nuggets em Denver, no qual acertou apenas 6 dos 28 arremessos tentados, Kobe vem em uma ótima sequência: após 3 jogos seguidos com pelo menos 30 pontos, Bryant teve 26 pontos e 9 assistências contra o Grizzlies. Assim, mesmo tendo cometido 27 turnovers, o Lakers conseguiu bater a equipe de Memphis, que vai sentindo muito a falta de Zach Randolph. O banco do Grizzlies, que marcou 46 pontos, manteve a equipe no jogo, mas isso não foi o suficiente para a vitória. O Lakers chegou à sua sexta vitória consecutiva em casa (a equipe ainda não venceu fora de Los Angeles).

Demais resultados:

Wizards 72 x 93 Wolves
Kings 97 x 104 Magic
Suns 109 x 93 Bucks
Blazers 98 x 78 Cavs


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