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Playoffs - Análise dos jogos do dia 30.04

Heat 104 x 94 Knicks

O Knicks encontrou maneiras de envolver Carmelo Anthony no ataque. Ainda assim, o Heat foi superior o jogo inteiro e dominou a partida. O Knicks ainda não encontrou respostas para o ataque do Heat. LeBron e Wade estão conseguindo pontuar e, também, criar oportunidades para os arremessadores de perímetro, que estão tirando proveito delas. Pra completar, o Knicks provavelmente não contará com Amar'e Stoudemire pelo resto da série, pois o ala-pivô saiu do jogo frustrado, deu um soco no vidro ao lado de um extintor de incêndio e cortou sua mão. A fase realmente não é boa para o Knicks.

Chaves para o jogo 3

Heat:
- Sem Amar'e, o Knicks deverá colocar Melo na posição "4", algo que vinha dando certo antes do retorno de Stoudemire. O Heat deve responder utilizando LeBron na mesma posição, a fim de tentar impedir que Anthony entre em um ritmo ofensivo perigoso
- Do ponto de vista psicológico, o Heat deve aproveitar o bom momento e tentar vencer o jogo 3 a todo custo. A temporada do Knicks está por um fio e a equipe de NY vai tentar usar o apoio de sua torcida para recuperar o ânimo. Cabe ao Heat se impor logo no início e jogar a torcida do Knicks contra a equipe

Knicks:
- A ausência de Amar'e pode, no fim das contas, melhorar a defesa do Knicks. Sem ele em abril, a equipe de NY teve os melhores níveis de eficiência defensiva da NBA. Além disso, Melo deverá ser colocado na posição "4", o que provavelmente abrirá espaço no perímetro para arremessadores como Novak e JR Smith
- Fazer o fator local falar mais alto. O Heat teve sérias dificuldades jogando fora de casa na segunda parte da temporada. LeBron e Wade se sentiram muito confortáveis em Miami nos dois primeiros jogos. Cabe ao Knicks fazer com que eles não se sintam à vontade na Mecca do basquete

Pacers 93 x 78 Magic

Após a vitória no jogo 1, o Magic relaxou. Por outro lado, o Pacers se recuperou do choque e dominou a segunda partida. O primeiro jogo em Orlando deverá nos mostrar se a vitória do Magic no jogo 1 foi uma exceção ou se teremos uma série equilibrada até o fim.

Chaves para o jogo 3

Pacers:
- Continuar explorando a falta de presença defensiva no garrafão do Magic. West foi mais utilizado no jogo 2, algo que deve continuar pelo resto da série. Hibbert precisa encontrar maneiras de contribuir mais ofensivamente. Até agora, ele vem com apenas 6 pontos de média na série, mesmo sendo marcado por um jogador 20 cm mais baixo
- Não deixar o Magic se sentir confortável. Sufocar a equipe no jogo de meia quadra e limitar as oportunidades de contra-ataque. Uma vitória do Pacers no jogo 3 pode encaminhar uma possível classificação em 5 jogos

Magic:
- Elevar a velocidade do jogo, tentando criar o máximo possível de cestas fáceis. A equipe não possui uma presença de garrafão consistente, portanto precisa fazer o jogo de perímetro funcionar
- Forçar o Pacers a criar do perímetro e não do garrafão. Hibbert e West levam enorme vantagem sobre os jogadores de garrafão do Magic. No entanto, no perímetro o jogo se equilibra um pouco mais. Se a equipe conseguir fazer com que os armadores do Pacers tirem oportunidades ofensivas dos alas e pivôs, o Magic terá uma chance

Thunder 102 x 99 Mavericks

Mais uma vez, o jogo da noite. O Thunder chegou a abrir boa vantagem no segundo quarto, mas logo o Mavericks buscou e voltou para a partida. Durant, mais uma vez, teve baixo aproveitamento. Westbrook liderou a equipe ofensivamente, e o veterano Derek Fisher teve importante participação, principalmente no primeiro tempo. Agora, o Mavericks vai para Dallas após duas chances desperdiçadas e obrigado a vencer as duas partidas para se manter com boas chances na série. O Thunder, sem dúvida, tentará vencer uma das partidas no Texas a todo custo.

Chaves para o jogo 3

Thunder:
- Continuar procurando por maneiras de conter Nowitzki. O alemão teve chances claras de colocar a equipe de Dallas à frente no jogo de ontem, mas errou. O Thunder não pode esperar que isso volte a acontecer
- Buscar formas de melhorar a eficiência de Durant. Marion está fazendo excelente marcação, mas o ala do Thunder está tentando arremessos de alto grau de dificuldade. Algumas cestas fáceis aqui e ali podem abrir o jogo e recuperar a confiança do cestinha da NBA

Mavericks:
- Executar melhor no fim da partida. A equipe poderia ter pedido tempo no final do jogo 2 para criar uma jogada para Nowitzki definir. No entanto, isso não aconteceu e Jason Terry errou dois arremessos com graus de dificuldade absurdos
- Forçar o Big 3 do Thunder a arremessar mais do perímetro, diminuindo o número de oportunidades para ataques à cesta. Durant, Harden e Westbrook cobraram, no total, 34 lances livres no jogo 2, acertando 32 deles. Conceder lances livres para o trio de OKC é praticamente dar pontos à equipe, pois os três jogadores passam dos 80% de aproveitamento na linha (Durant: 86%, Harden: 85%, Westbrook: 82%)


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Os reservas do All-Star Game

Os jogadores reservas do All-Star Game serão divulgados amanhã à noite. Diferentemente dos titulares, que são escolhidos pelos torcedores, os reservas são determinados pelos técnicos das 30 equipes da NBA.

Em uma temporada reduzida e atípica, fica difícil fazer escolhas sem cometer injustiças. Neste post, listo quais seriam as minhas para Leste e Oeste.

Os critérios que utilizei são:

- O atleta deve jogar por um time que, pelo menos, tenha alguma esperança de chegar aos playoffs. No Leste, a linha de corte foi o Raptors (8-18). No Oeste, foi o Kings (9-16).

- Ter disputado pelo menos 70% das partidas até aqui. É um número bem subjetivo, eu sei, mas acho que um limite precisa ser estabelecido. Poderia ser um pouco menos ou um pouco mais, mas escolhi 70%.

- Estar bem NESTA temporada (o que o jogador fez em temporadas anteriores é irrelevante).

Minhas escolhas consideram duas coisas: o desempenho do jogador e o desempenho da equipe. Para mim, as duas coisas têm igual importância. Portanto, um jogador que está tendo maior destaque individual pode ser suplantado por outro que tenha chamado um pouco menos a atenção, mas tenha ajudado sua equipe a ter uma campanha melhor. Logicamente, se a diferença no desempenho dos dois jogadores for maior que a diferença no desempenho das equipes, vale quem jogou melhor.

Vamos às escolhas:

Conferência Leste

Pivô

Roy Hibbert (13,5 pontos, 9,7 rebotes e 1,8 tocos por jogo)

Uma das agradáveis surpresas da temporada, o Pacers merece um representante no All-Star Game. Hibbert, em sua melhor temporada na carreira, vai sendo de fundamental importância para a equipe e leva vantagem em relação aos outros candidatos graças à campanha de sua equipe. A escolha pode não ser popular, mas depois de Dwight Howard, Hibbert é o melhor pivô ofensivo do Leste.

Alas

Chris Bosh (19,5 pontos e 7,8 rebotes por jogo)

A terceira peça do Heat foi, na ausência de Wade, a segunda. Em algumas partidas, chegou até a jogar melhor do que LeBron. Bosh vem muito melhor em sua segunda temporada pelo Heat, parecendo bem mais confortável em sua função. Outro fato ao seu favor são as fracas temporadas dos demais jogadores de destaque em sua posição no Leste.

Andre Iguodala (12,8 pontos, 6,6 rebotes e 5,2 assistências por jogo)

Os números dele, embora sejam muito equilibrados e completos, não impressionam. No entanto, sua versatilidade (ofensiva e principalmente defensiva) é fundamental para o sucesso do Sixers. Além do mais, com uma campanha tão boa, a equipe de Philadelphia merece um All-Star.

Armadores

Paul Pierce (18,4 pontos, 5,6 rebotes e 5,7 assistências por jogo)

Paul Pierce é, na verdade, um ala. No entanto, o Leste está incrivelmente fraco na posição "2", o que me forçou a improvisá-lo aqui. Além disso, com a lesão de Rajon Rondo, Pierce foi excelente na armação de jogadas para o Celtics, o que ajuda a justificar sua escolha na posição.

Kyrie Irving (18,1 pontos, 5,1 assistências por jogo)

O novato vem tendo uma temporada incrível, mostrando maturidade e eficiência absurdas para um jogador tão jovem. Sem a lesão de Rajon Rondo, Irving não teria sido minha escolha, mas isso não tira o mérito do jogador do Cavs, que tem um futuro brilhante pela frente.

11º jogador

Josh Smith (15,1 pontos, 8,8 rebotes, 3,2 assistências e 2,0 tocos por jogo)

Com Joe Johnson em uma temporada abaixo de seus padrões, Josh Smith vem sendo a peça mais importante do Hawks. Vem fazendo o de sempre (ajudando no ataque, pegando rebotes, dando tocos, forçando arremessos de fora do garrafão...) e é um dos responsáveis pela surpreendente campanha do time de Atlanta depois da lesão de Al Horford.

12º jogador

Luol Deng (16,4 pontos, 7,3 rebotes e 2,4 assistências por jogo)

Muita gente gostaria de ver Anderson Varejão aqui. Eu também gostaria e ficarei bem feliz se ele for eleito, mas não acho que faria sentido o Cavs, em 10º lugar no Leste, ter dois All-Stars, e o Bulls só ter um. Além disso, Deng é peça de incrível importância na equipe de Chicago. Vale observar que, sem o ala, o Bulls teve perda de rendimento maior do que sem Rose.

Quem quase entrou na lista

Anderson Varejão (10,8 pts/11,9 reb): Certamente jogou bem o bastante para ser escolhido e tem chances de aparecer em Orlando no fim do mês. No entanto, a campanha do Cavs é apenas regular (mesmo que bem acima das expectativas).

Rajon Rondo (13,6 pts / 9,8 ast): Entraria na lista se tivesse jogado 70% dos jogos. Por questão de critério, deixei ele de fora. Meu palpite é que os técnicos o escolherão.

Brandon Jennings (19,2 pts / 5,3 ast): Apesar das minhas reservas ao jogo dele, vem fazendo boa temporada. Mas, como no caso de Varejão, a campanha de sua equipe o prejudica.

Deron Williams (20,4 pts / 8,6 ast): Outro prejudicado pelo desempenho de seu time.

Tyson Chandler (11,4 pts / 9,9 reb): Desempenho do time também fala mais alto aqui.

Conferência Oeste
  
Pivô

 Marc Gasol (15,1 pontos, 10,2 rebotes e 2,2 tocos por jogo)

O Gasol menos famoso vem fazendo uma excelente temporada pelo Grizzlies, ajudando a preencher o vazio nos rebotes deixado pela lesão de Zach Randolph. Marc vem tendo impressionante média de tocos e sendo fundamental presença no garrafão para o time de Memphis, que se mantém na briga pelos playoffs no Oeste.

Alas

LaMarcus Aldridge (23,7 pontos, 8,6 rebotes e 2,8 assistências por jogo)

Para alguns o melhor ala-pivô da NBA, Aldridge vem se tornando um jogador melhor a cada ano. Nesta temporada, não vem sendo diferente. Sua média de pontuação é a mais alta da carreira, e a sua consistência impressiona. Seria simplesmente absurdo fazer uma lista de All-Stars e deixá-lo de fora.

Paul Millsap (16,5 pontos e 9,7 rebotes por jogo)

O jogador do Jazz vem sendo, talvez, o principal motivo da surpreendente campanha da equipe. Seus números não impressionam, mas ele sempre aparece para o Jazz nos momentos decisivos. Gallinari teria chance de ganhar esta posição (até porque os reservas não possuem nenhum jogador da posição "3"), mas sofreu uma lesão no tornozelo e ficará fora por um mês.

Armadores

James Harden (16,8 pontos, 4,0 rebotes e 3,5 assistências por jogo)

Apesar de reserva, Harden é, muitas vezes, tão importante para o Thunder quanto as duas estrelas da equipe, Durant e Westbrook. Com a melhor campanha da liga, a equipe de Oklahoma merece três jogadores na lista, assim como Harden merece a honra de jogar em seu primeiro All-Star Game.

Russell Westbrook (22,3 pontos, 4,8 rebotes e 5,9 assistências por jogo)

Quem me acompanha no Twitter sabe das minhas reservas com relação ao jogo de Westbrook. No entanto, seria tolice dizer que ele não merece ser um All-Star. Apesar de não ser um "1" clássico, Russell é extremamente agressivo e difícil de ser marcado. No último mês, ele melhorou o seu aproveitamento e ajudou o Thunder a alcançar uma excelente série de resultados. Por mais que não sejam vistos como a dupla perfeita, deve-se dizer que Durant e Westbrook estão dando certo... do jeito deles.

11º jogador

Kevin Love (25,0 pontos, 13,7 rebotes e 1,7 assistência por jogo)

Talvez o dono dos números mais impressionantes da NBA, Love só não aparece mais acima na lista porque o time de Aldridge faz melhor campanha. Assim como o jogador do Blazers, ele é visto por muitos como o melhor "4" da liga. Sua incomum combinação de domínio nos rebotes e excelente jogo de perímetro o torna um jogador muito difícil de ser marcado em quadra. De um modo ou de outro, Love sempre causa um impacto em todas as partidas que disputa.

12º jogador

Tony Parker (18,2 pontos e 7,7 assistências por jogo)

Com a incrível campanha sem Ginóbili, o Spurs merece um representante no All-Star Game. Parker vem sendo o principal pontuador da equipe (marcou 42 pontos contra o Thunder no último sábado) e tem a melhor média de assistências de sua carreira. Vários outros jogadores poderiam entrar aqui, mas o armador francês acaba levando a melhor graças ao desempenho de sua equipe.

Quem quase entrou na lista

Al Jefferson (18,5 pts / 8,9 reb): Faz ótima temporada, mas penso que Marc Gasol vai tendo um impacto maior do que Jefferson.

Danilo Gallinari (17 pts / 5,2 reb): Teria chance de aparecer, mas se lesionou e ficará fora por um mês.

Steve Nash (15,0 pts / 10,0 ast): Aos 38, continua brilhante. Está acertando quase 56% dos arremessos de quadra, em um time que tem pouquíssimas opções ofensivas... eficiência absurda. Se o time estivesse melhor, entraria na lista com certeza. 

Ricky Rubio (11,4 pts / 8,9 ast): Seu impacto como novato impressiona, mas ainda há armadores que merecem mais. Ficarei surpreso se ele não for All-Star ano que vem.

Kyle Lowry (14,9 pts/6,0 reb/8,0 ast): Estatísticas muito boas, mas teve certa queda de produção nas últimas semanas. 


Pau Gasol (16,4 pts/10,1 reb): A temporada abaixo de seus padrões o deixa de fora da lista.


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Estatísticas avançadas da 6ª

Esta semana, vamos ver o quanto as estatísticas avançadas que vimos duas semanas atrás mudaram.

(Clique aqui para entender o que são estatísticas avançadas)

Quais são os ataques mais eficientes da NBA até aqui?

1. Chicago Bulls (OffEff: 105,7)
2. Philadelphia 76ers (OffEff: 105,6)
3. Miami Heat (OffEff: 105,6)
4. Denver Nuggets (OffEff: 105,1)
5. Oklahoma City Thunder (OffEff: 104,9)

Quais são as defesas mais eficientes da NBA até aqui?

1. Philadelphia 76ers (DefEff: 92,8)
2. Chicago Bulls (DefEff: 93,5)
3. Dallas Mavericks (DefEff: 94,1)
4. Atlanta Hawks (DefEff: 95,4)
5. Boston Celtics (DefEff: 96,0)

Observações: Embora tenha caído um pouco, o Philadelphia 76ers continua com índices impressionantes, com o segundo ataque e a primeira defesa mais eficiente. O Bulls, por sua vez, tem o ataque mais eficiente e a segunda melhor defesa. Estatisticamente, Bulls e Sixers aparecem, claramente, como as duas equipes mais completas da temporada. A equipe de Chicago, treinada pelo especialista defensivo Tom Thibodeau, agora tem também um ataque invejável. Isso se deve muito ao elenco forte -- que mostrou toda a sua competência durante a semana em que Rose ficou fora por lesão, vencendo 4 de 5 partidas sem o armador -- e à chegada de Rip Hamilton, que dá uma nova opção ofensiva à equipe e até contribui um pouco na armação de jogadas. Outro time que merece destaque é o Mavs, que aparece como uma das melhores defesas da liga até aqui. Com a saída de Tyson Chandler, imaginava-se que o time de Dallas teria dificuldades defensivas e precisaria depender mais de seu ataque. No entanto, o que vem acontecendo é o contrário: a defesa está bem e o ataque tem sido muito inconsistente. O Celtics, mesmo em uma temporada muito complicada até aqui, começa a crescer na defesa (algo que ficou evidente na impressionante virada de ontem contra o Magic).

Que jogadores têm usado mais posses de bola na NBA até aqui?

1. Kobe Bryant (38,9%)
2. Carmelo Anthony (34,4%)
3. LeBron James (33,3%)
4. Monta Ellis (32,1%)
5. Russell Westbrook (32,1%)

Observações:
Poucas mudanças com relação aos números de duas semanas atrás. Kobe reduziu um pouco, mas não muito, o seu uso. LeBron pulou da quarta para a terceira posição, e Westbrook se manteve com maior uso do que seu companheiro Kevin Durant.

Outras estatísticas interessantes:

- Tim Duncan está acertando 58% dos arremessos de meia distância (de 5 a 7 metros da cesta). Nas últimas 5 temporadas, seu aproveitamento nunca passou de 43%. Brandon Bass também tem ótimo aproveitamento dali, acertando 57%.

- Já John Wall só acertou 22% dos arremessos de média distância até o momento. Mesmo assim, ele tenta, em média, 4,9 arremessos desse tipo por partida. Andray Blatche, também do Wizards, acertou 34% das tentativas de mid-range, e também continua forçando demais: 5,2 vezes por jogo. Isso ajuda a explicar a péssima campanha do Wizards, não é mesmo?

- Quando está em quadra, Dwight Howard pega 24% dos rebotes disponíveis. Na defesa, pega 37,2% deles. Os dois índices são maiores do que de qualquer outro jogador da liga. Reggie Evans pega 16,9% dos rebotes no ataque, sendo líder na categoria.

- Dentre os times, o Chicago Bulls pega 31,84% dos rebotes no ataque, sendo o líder na categoria. Já o Celtics pega apenas 22,8%, ficando na última posição.

- O Orlando Magic pega 78,6% dos rebotes na defesa, melhor índice da liga. O Kings, último colocado, pega apenas 68,7%.

- O Wizards é o time com o maior índice de tocos, bloqueando 7,9% dos arremessos dos adversários. O Detroit Pistons e o Minnesota Timberwolves bloqueiam apenas 4,1% dos arremessos, aparecendo empatados no último lugar.

- O time que está jogando no ritmo mais rápido na NBA é o Denver Nuggets, que utiliza 98,5 posses de bola por jogo. O New York Knicks é o segundo, com 96,6.

- Os dois times mais lentos são o Boston Celtics e o New Orleans Hornets, ambos com 90,6.

- O Suns, conhecido pelo run-and-gun, aparece apenas em 21º lugar (93,3). No ano passado, a equipe teve o oitavo maior índice (96,5).


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Estatísticas avançadas da 6ª

Não sabe o que são estatísticas avançadas? Entenda aqui!

Quais são os ataques mais eficientes da NBA até aqui?

1. Oklahoma City Thunder (OffEff: 106,7)
2. San Antonio Spurs (OffEff: 105,6)
3. Denver Nuggets (OffEff: 105,1)
4. Orlando Magic (OffEff: 104,8)
5. Philadelphia 76ers (OffEff: 104,7)

Quais são as defesas mais eficientes da NBA até aqui?

1. Philadelphia 76ers (DefEff: 89,1)
2. Chicago Bulls (DefEff: 92,5)
3. Indiana Pacers (DefEff: 94,4)
4. Miami Heat (DefEff: 94,5)
5. Los Angeles Lakers (DefEff: 95,3)

Observações: Até aqui, o time mais eficiente da NBA é o Sixers, 5º no ataque e 1º na defesa. O Spurs, conhecido pela sua defesa na era Duncan, continua se voltando para a velocidade e o ataque. O Heat, após um começo de temporada fulminante ofensivamente, vai voltando aos seus princípios defensivos de 2010/11. O impacto de Mike Brown, técnico conhecido por armar boas defesas, começa a ser sentido no Lakers.

Que jogadores tem usado mais posses de bola na NBA até aqui?

1. Kobe Bryant (39,5%)
2. Carmelo Anthony (34,8%)
3. Monta Ellis (32,7%)
4. LeBron James (32,2%)
5. Russell Westbrook (32,17%)

Observações: Nenhuma surpresa com relação ao líder, que já foi o campeão da categoria na temporada passada. Mas vale destacar que seu percentual de uso está bem mais alto do que em 2010/11 (35,0%) e acima até da temporada na qual ele teve média de mais de 35 pontos por jogo. Os outros nomes da lista também não são surpresa. Westbrook, assim como no anterior, tem um percentual mais alto que Durant, mas a diferença agora é mínima (32,17% contra 32,12%). Derrick Rose tem dominado a bola bem menos do que no ano passado, quando ficou em terceiro lugar (26,8% contra 32,16%).

Outras estatísticas interessantes:

- Marcin Gortat está aproveitando 71% dos arremessos de meia distância (de 5 a 7 metros da cesta)

- Quando estão em quadra, tanto Andrew Bynum quanto Dwight Howard pegam 22,8% dos rebotes disponíveis. DeMarcus Cousins pega 18,3% dos rebotes no ataque, líder na categoria. Na defesa, o líder é Dwight, com 34,4%.

- O Chicago Bulls pega 33,4% dos rebotes no ataque, sendo o líder na categoria. Já o Nuggets pega apenas 21,8%, ficando na última posição.

- O Dallas Mavericks pega 77,5% dos rebotes na defesa, melhor índice da liga. O Wizards, último colocado, pega apenas 68,2%.

- Por outro lado, o Wizards é o time com o maior índice de tocos, bloqueando 8,8% dos arremessos adversários. O Detroit Pistons bloqueia apenas 3,4% dos arremessos, aparecendo no último lugar.

- O time que está jogando no ritmo mais rápido na NBA é o Denver Nuggets, que utiliza 98,6 posses de bola por jogo. O Miami Heat é o segundo, com 98,3.

- Os dois times mais lentos são o Boston Celtics e o New Orleans Hornets, ambos com 90,3.

- O Suns, conhecido pelo run-and-gun, aparece apenas em 24º lugar (92,3). No ano passado, a equipe teve o oitavo maior índice (96,5).

- Já o Blazers, que teve o índice mais baixo nas três temporadas anteriores e o segundo mais baixo em 2006/07 e 2007/08 (sempre na faixa dos 90), está enfatizando a velocidade, com o quarto maior índice (96,8). A explicação? McMillan possuía Brandon Roy para criar jogadas para a equipe, o que tornava o time bastante metódico e paciente. Agora, sem um jogador com essa capacidade de criação, a equipe precisa criar mais oportunidades no contra-ataque, as chamadas "cestas fáceis".

* Dados de 12/01/2012

E aí, o que acharam das estatísticas? Se gostaram, acharam alguma em particular interessante, surpreendente, absurda... comentem!


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